sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

MENSAGEM A TODOS QUE LIDAM COM PACIENTES FISSURADOS







Não importa a tarefa: O importante mesmo é cumprir bem a missão a que fomos destinados!
Começando pelos pais, passando pela equipe de saúde que dá a primeira atenção, antes mesmo de a criança nascer; em sequência toda a equipe multiprofissional que trabalha incessantemente e com muito amor, culminando com a sociedade em geral que apóia de alguma maneira a nobre causa de trabalhar para a completa reabilitação desse ser especial, NOSSA ETERNA GRATIDÃO!
Que Deus, na Sua infinita bondade e misericórdia derrame Suas bênçãos sobre todas essas pessoas, dando-lhes bastante saúde para continuar o brilhante trabalho desenvolvido até aqui!
Unamo-nos em prol dessa nobilíssima causa!
Fraternal abraço de todos os que fazem a nossa Associação.

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

CONFRATERNIZAÇÃO COM FISSURADOS 2010















Por feliz iniciativa da Fonoaudióloga Sandra Regina Oliveira, (1ª foto, com Papai Noel) foi realizada ontem a confraternização do final de 2010, no ambulatório do Hospital Pediátrico da UFRN (HOSPED).

Com muita alegria, os pacientes e suas respectivas mães participaram da entrega de presentes, deliciaram-se com o lanche (com direito a bolo e “Parabéns pra você”) e, claro, a presença do Papai Noel, vivido por um voluntário, fissurado totalmente reabilitado que fez a felicidade das crianças.

Os parabéns foram endereçados aos pacientes que aniversariaram este mês, além, obviamente, do maior homenageado que é JESUS CRISTO, razão de ser de todas as festas natalinas.

O Papai Noel - Siderley Jatobá Menezes - desdobrou-se em atenção, carinho e até providenciou os presentes (nenhum participante saiu sem o seu brinde); ele mora e trabalha em Currais Novos, participou dos 2 Cursos de Educação Continuada promovidos pela nossa Associação em parceria com a UFRN, e tem uma produtora - “Sidy”s TV a Cabo - que produziu um vídeo, mostrando todo o atendimento aos fissurados realizado no HOSPED pelos diversos segmentos profissionais.

Ele também realizou uma interessante dinâmica, distribuindo a todos os presentes cartões numerados com a finalidade de:
Nº 1 - Abraçar o seu vizinho do lado;
Nº 2 - Dar-lhe um beijo fraterno;
Nº 3- Abraçar e beijar a pessoa do lado.

Foi um gesto muito bonito que comoveu a todos e causou uma importantíssima integração fraternal.
A nossa Associação sorteou brindes para as mães, dando uma mensagem de congratulações pelo extraordinário trabalho que fazem em prol dos pequenos pacientes.
Todos estão de parabéns por mais uma festa de congraçamento que, certamente, será repetida no próximo ano.

sábado, 13 de novembro de 2010

JANTAR DE CONFRATERNIZAÇÃO DA ABFP-RN

Convidamos a todos que fazem parte da Associação Brasileira de Fissuras Palatinas, Secional Rio Grande do Norte, professores, parceiros, colaboradores e seus convidados, para o nosso Jantar de Confraternização de final do ano:

DATA: 08.12.2010 - Segunda 4ª feira
HORA: 20 horas
LOCAL: Restaurante “Tábua de Carne” - Av. Roberto Freire, 3241 - Tel. 3642.1236 - Aceita todos os cartões. Recebeu o Prêmio “Bom e Barato”, pela revista “Veja - Edição Natalense”
INVESTIMENTO: Cada pessoa pagará individualmente o que consumir, portanto, à vontade para escolher o que quiser.
DICAS: Há pratos e petiscos para todos os gostos, desde os mais simples aos mais sofisticados.
Preço Médio dos Pratos: R$ 30,00 a R$ 40,00 em porções que servem até 04 pessoas.
Especialidade: Cozinha nordestina, oferecendo carne-de-sol de várias maneiras, picanha, carneiro, tábua mista, espeto de surubim e muito mais, pois serve também no peso.
Outras opções: 1 - Pernil de cordeiro precoce grelhado, acompanhado de feijão-verde, arroz de leite, macaxeira cozida, farofa de cuscuz e molho de menta, servindo bem para 03 pessoas (R$ 56,50);
2 - Mistura de carne de sol e charque desfiados, cobertos de creme de queijo e gratinados com queijo de coalho (R$ 9,50).
3 - Quem quiser provar de tudo um pouco tem a opção do rodízio (R$ 27,90), que inclui 20 cortes: picanha, lombinho de porco recheado com queijo, peixes (Meca, por exemplo) e 40 sugestões de guarnição e sobremesa.
4 - Menu à la carte: Carne de sol à moda da casa, por R$ 54,20, escoltada de feijão-verde, arroz de leite, pirão de queijo, paçoca, macaxeira frita e vinagrete (satisfaz até 03 pessoas).
Enfim, é um ambiente muito agradável, com muitas outras opções, tudo contribuindo para fecharmos este produtivo ano com muita alegria.
CONFIRMAÇÃO: Para que tenhamos um espaço onde ficaremos mais à vontade, precisamos que confirmem a presença, o que muito agradecemos. CONTAMOS COM A PRESENÇA DE TODOS!

sábado, 6 de novembro de 2010

ROTARY CLUB - SÃO PAULO AEROPORTO CONVIDA

A Presidente da ABFP Nacional, também Presidente do Rotary Club São Paulo-Aeroporto convida para Jantar de Confraternização:
Convidamos todos os companheiros, companheiras e Casa da Amizade para uma grande noite na Reunião do nosso Clube, quando teremos Palestra de degustação de vinhos com o Dr. Alcir Penna Vidigal, além de jantar especial. Nosso palestrante falará sobre:
ADEGAS CLIMATIZADAS:
- Porque ter uma, como escolher a mais apropriada.
VINHOS:
- Como harmonizar vinhos e pratos variados.
- Diferenças entre vinhos do velho mundo e novo mundo
- Como comprar vinhos com qualidade e preços reduzidos.
- Acessórios: porque usar e quais são indispensáveis.
- Vinhos: tipos de uvas e quais os paises produtores e suas especialidades.
- Vinhos de sobremesa, como escolher e harmonizar com doces e chocolates.
Data: 09/11/2010 - 3ª feira
Local: Clube Kolpinghaus
Endereço: Rua Barão do Triunfo, 1213
Horário: 20 horas
Adesão: R$ 35,00
Compareça, Contamos com você!
Lucy Dalva Lopes Mauro
Presidente 2010-2011

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

JANTAR DE CONFRATERNIZAÇÃO DA ABFP NACIONAL








ONDE: L'OSTERIA DEL GENERALE
Rua Fausto Ferraz, 163 - Bela Vista - São Paulo (Capital)
(Ao lado do Hipermercado Extra
QUANDO: Dia 08 de dezembro de 2010 - 4ª feira - Horário: 20 horas
INVESTIMENTO: Jantar - R$55,00 por pessoa
- Bebidas incluídas: água, sucos e refrigerantes;
- Bebidas alcoólicas à parte;
- Criança de 0 a 6 anos de idade não paga;
- De 6 a 10 anos de idade paga metade.
- Estacionamento incluído
RSVP: (11) 5055-3448 - Falar com Lívia ou Cris

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

1º SIMPÓSIO - SALVADOR/BA: UM GRANDE SUCESSO!

Ao término do I Simpósio Norte-Nordeste de Fissuras Lábio Palatinas e Deformidades Crânio Maxilo Faciais, realizado nos dias 22 e 23.10., na justamente chamada "Boa Terra", Salvador/BA, constatamos que todos os trabalhos apresentados ultrapassaram as expectativas mais otimistas!


(*)

O altíssimo nível de todos os participantes contribuiu para o grande êxito do evento!

Merecidíssimos parabéns, portanto, aos organizadores desse memorável Encontro da ciência, da tecnologia, da pesquisa, e também do humanismo, pois a confraternização entre as diversas profissões que lidam com os pacientes portadores dessas anomalias foi um dos pontos de maior destaque.

Desde Residentes, passando por grandes mestres de cada setor programado, culminando com as explêndidas apresentações dos profissionais estrangeiros, todos, indistintamente, contribuíram para a melhoria do conhecimento dos participantes.

Nossos especiais cumprimentos aos dois pilares centrais desse belo evento:

Dra. Elizabeth Castiñeira Fernandes (Presidente da Comissão Científica) e

Dr. Geza Laszlo Urmenyl (Presidente do Simpósio), incansáveis batalhadores em prol do progresso da ciência.

(*) Na foto, Dr. Geza, Dra. Lucy Dalva Lopes Mauro, Presidente nacional da ABFP, homenageada pelo evento, e Dra. Elizabeth.

Oportunamente, teceremos comentários mais detalhados sobre esse grande Encontro.

Agradecemos por essa dádiva e esperamos pela continuidade da bela ideia.

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

1º SIMPÓSIO NORTE NORDESTE DE FISSURAS LABIOPALATINAS

PROGRAMAÇÃO GERAL

Sexta Feira - dia 22/10/2010

8h30min – Abertura

9h às 9h30 – Conferência: Dra. Lucy Dalva Lopes Mauro
- Presidente: Dra. Elizabeth Fernandes

9h30min às 10h30min - Mesa de Trabalhos de Residência
Presidente: Dr. Rubens B. Azevedo
Moderador: Dr. Daniel Corrêa Lima

12 minutos de discussão

10h30min às 12h Mesa de Lábio
Presidente: Dra Daniela Bueno
Moderador: Dr. Marcelo Vaccari

18 minutos de discussão

12h às 14h – Almoço

14h às 14h30min - Conferência: Dra Beatriz Câmara Mattos
Presidente: Dr. Stênio Medeiros Queiroz

14h30min às 15h30min - Mesa de Sequelas
Presidente: Dra Luzia Poliana dos Anjos
Moderador: Lídia Cervantes

12 minutos de discussão

15h30min às 16h – Conferência: Dra. Anelise Sabbag
Presidente : Dra. Marcela Magalhães

16 às 16h30min – Intervalo

16h30min às 17h30min – Mesa de Rinoplastia
Presidente: Dra. Fabiane Priscilla Tiago Santos
Moderador: Dr. Renato Lage

12 minutos de discussão

17h30min às 18h30min – Conferência: Dr. Eric Hubli
Presidente: Dra. Lucy Dalva Lopes Mauro

18h – Homenagens

Sábado dia 23/10/2010

8h30min às 9h30min – Mesa de Pesquisa - Presidente: Dra. Beatriz Camara Mattos
Moderador: Dr. Cássio Eduardo Raposo do Amaral

12 minutos de discussão

9h30min às 10h – Conferência: Dra. Vera Raposo do Amaral
Presidente: Dra. Camila Baqueiro

10hs às 10h30min – Intervalo

10h30min às 11h – Conferência: Dra. Vera Cardim
Presidente: Dra. Ana Rita Peixoto

11h às 12h – Mesa de Trauma - Presidente: Dra. Eliane Barbosa
Moderador: Dr. Celso Buzzo

12 minutos de discussão

12h às 14h – Almoço

14h às 15h40min – Mesa de Palato - Presidente: Dra. Camila Ozores
Moderador: Dra. Dulce Martins

28 minutos de discussão

15h40min às 16h – Conferência: Dr. Luiz Queiroz
Presidente: Dra. Vera Raposo do Amaral

16hs às 16h30min – Intervalo

16h30min às 17h– Conferência: Dr. Ricardo Bennun
Presidente: Dra. Ana Beatriz A. de Almeida

17h às 18h10min – Mesa de Tratamento Precoce -
Presidente: Dra. Maria Rita Passos Bueno
Moderador: Dra. Lúcia Reis

10 minutos de discussão - Encerramento

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

1º SIMPÓSIO - SALVADOR/BA - PROGRAMAÇÃO CIENTÍFICA

1º SIMPÓSIO NORTE-NORDESTE DE FISSURAS

PALATINAS E

DEFORMIDADES CRÂNIO-MAXILO-FACIAIS

Local: Hotel Vila Galé - Salvador/BA


6ª Feira - dia 22/10/2010

8:30hs – Abertura.

9hs – CONFERÊNCIA: Dra Lucy Dalva Lopes Mauro - Fissuras Lábio Palatinas: Evolução, projetos, descentralização de centros, serviços especializados.

9:30hs às 10:30hs - MESA DE TRABALHOS DE RESIDÊNCIA
Gustavo Xavier – Caso raro de tumor facial , Hospital São Rafael, Salvador-BA

Lícia Eid – Caracterização e análise de fatores de risco e da assistência de enfermagem a portadores de fissuras lábio palatinas no Hospital SOBRAPAR, Campinas-SP

Andréa Carvalho – Caso clínico de tutor nasal no Hospital Martagão Gesteira, Salvador-BA / Residente do HC
- 12 minutos de discussão.

10:30hs às 12hs – MESA DE LÁBIO
Cássio Eduardo Raposo do Amaral – Assimetria nasal em pacientes submetidos a queiloplastia primária

Anália Langsan - Remodelacion dinâmica prequirurgica

Celso Buzzo – Tratamento cirúrgico da fissura labial unilateral e bilateral pela técnica de Goteborg – segmento de 7 anos

Camila Baqueiro – Atuação psicológica no serviço de atendimento a fissurados

Geza Laszlo Urmenyi – Tratamento cirúrgico da fissura labial bilateral
- 30 minutos de discussão

12 às 14hs – Almoço.

14hs – CONFERÊNCIA

Anelise Sabbag - Atuação da Fonoaudiologia em pacientes fissurados com disfunção velofaríngea.

14:30hs às 15:30hs - MESA DE TRAUMA:

Vera Cardim – Fraturas nasoetmoideorbitárias

Daniel Correia – Fraturas da maxila

Ana Rita Peixoto – Fraturas da mandíbula

Adriano – Fraturas do terço superior da face
- 12 minutos de discussão.

15:30hs – CONFERÊNCIA:

Dra Vera Cardim - Aspectos embriológicos da face e das deformidades congênitas

16 às 16:30hs – INTERVALO.

16:30hs às 17:30hs – MESA DE RINOPLASTIA:

Rui Pereira – Rinoplastia em pacientes portadores de fissura lábio palatina

Geza Laszlo Urmenyi – Sequela de rinoplastia no fissurado

Dulce Martins – Rinoplastia no paciente com fissura lábio palatina

Marcela Magalhães – Atuação da Fonoaudiologia nas deformidades faciais, a partir do atendimento do Centro de Fissurados da Bahia(CEFIBA)

- 12 minutos de discussão.

17:30hs – CONFERÊNCIA:

Dr. Eric Hubli (USA) - Lessons learned and modifications of the Millard Rotation Advancement Flap for unilateral cleft lip repair.

18hs – Homenagens.

Sábado - Dia 23/10/2010

8:30hs às 9:30hs – MESA DE PESQUISA:

Maria Rita Passos Bueno – Fatores genéticos e Fissura Lábio Palatina: Atuam igualmente em todas as regiões do Brasil?

Daniela Bueno – Células tronco e Fissura Lábio Palatina

Marcelo Vaccari – O uso das células tronco no tratamento das Fissuras Lábio Palatinas

Ana Beatriz A. Almeida – Atividade osteogênica do biomaterial.

12 minutos de discussão.

9:30hs – CONFERÊNCIA:

Dra. Vera Raposo do Amaral - Acompanhamento psicológico de pacientes com deformidades craniofaciais congênitas e suas famílias

10 às 10:30hs – INTERVALO.

10:30hs – CONFERÊNCIA:

Dra. Beatriz Câmara Mattos - A prótese Buco-Maxilo-Facial na equipe multidisciplinar.

11 às 12hs – MESA DE SEQUELAS:

Lúcia Reis – Tratamento cirúrgico de fístula bucosinusal nas Fissuras Lábio Palatinas

Fabiane Priscila Tiago Santos – Técnica facilitadora da confecção e adaptação do bulbo faríngeo

Anelise Sabbag – Repalatoplastia com bons resultados de fala

Lúcia Reis – Tratamento com enxerto em fissurados -

12 minutos de discussão

12 às 14hs – Almoço

14 às 15:40hs – MESA DE PALATO:

Paulo Plessim – Palatoplastias: avaliação de resultados e complicações cirúrgicas

Renato Lage – Estudo comparativo entre técnica de Veau e Furlow na correção cirúrgica de fenda palatina

Ricardo Bennun – Reconstrucion primaria del paladar

Anelise Sabbag – Resultados de palatoplastia em pacientes com idade avançada – aspectos fonoaudiológicos

Stenio Medeiros Queiroz – Programa de atendimento à criança portadora de Fissura Lábio Palatina no Hospital de Pediatria (HOSPED) da UFRN

Eric Hubli – My approach to the two flap palatoplasty

28 minutos de discussão.

15:40hs – CONFERÊNCIA:

Luiz Queiroz - Aspectos psico-emocionais da deformidade facial

16 às 16:30hs – INTERVALO

16:30hs – CONFERÊNCIA:

Dr. Ricardo Bennun - Reconstrucion primaria de la fisura lábio palatina bilateral.

17 às 18:10hs – MESA DE TRATAMENTO PRECOCE:

Dulce Martins – Recém nascido com fissura lábio palatina: abordagem cirúrgica funcional

Eliane Barbosa – Tratamento precoce de pacientes portadores de Fissura Lábio Palatina

Evelin Gondin – Intervenção fonoaudiológica em pacientes portadores de Fissura Lábio Palatina

Ana Rita Peixoto – Tratamento cirúrgico do fissurado, segundo protocolo de tratamento precoce do Hospital Martagão Gesteira (CEFIBA)

Lídia Cervantes – “Follow up” de 15 anos do tratamento precoce das Fissuras Lábio Palatinas unilaterais e bilaterais

10 minutos de discussão.

18:10hs - Encerramento.

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

ROTARY CLUB PROMOVE INTERCÂMBIO PARA ESTUDOS




Caros colegas, Bom Dia!

Segue, abaixo, o e-mail recebido do Governador do Distrito do Rotary Club de São Paulo Aeroporto, ao qual presido, pertence.

Gostaria que os colegas observassem e divulgassem em seus blogs e outras redes sociais a oportunidade de Intercâmbio de Grupo de Estudos no Exterior.

Atenciosamente,

Dra. Lucy Dalva Lopes Mauro


IGE - Intercâmbio de Grupo de Estudos - Alemanha


Caro (a) Presidente Inovador (a)O Intercâmbio de Grupo de Estudos para jovens profissionais, levará 04 educadores para, durante 30 dias, vivenciar, na Alemanha contatos com empresas, escolas e muito mais.

Aproveite essa oportunidade para indicar um educador, com conhecimento na língua inglesa ou alemã para se desenvolver.

O programa é subsidiado pela Fundação Rotária.
Veja mais informações e a ficha de inscrição em nosso site http://www.rotary4420.org.br/.

Divulgue em sua comunidade, escolas, universidades e no seu clube.

Você fará boa Imagem Pública, conhecerá novos prováveis associados e proporcionará a um profissional um desenvolvimento de muita qualidade.

As inscrições estão abertas até o dia 16/11/2010.

domingo, 10 de outubro de 2010

ECOS DA 19ª JORNADA MINEIRA DE FISSURAS LABIOPALATINAS

A programação foi integralmente cumprida, com resultados altamente compensadores.

Todas as apresentações (vide postagem anterior) levaram a Caxambu informações preciosas, com discussão de casos clínicos e amostragem de novas técnicas.

Houve a brilhante participação dos seguintes profissionais, sempre recebidos e coordenados pela Presidente Nacional da ABFP,

PROFª DRª LUCY DALVA LOPES MAURO:

DR. ARGEU DE LORENZO;

DRª MARIA FERNANDA MAURO;

DRª LÍDIA PROTZENKO CERVANTE;

DRª ALICE HELENO BASSO (Na foto, com Dra. Lucy);

DRª ZAÍRA AMARAL ALVES DE ABREU;

PROF. DR. CLÓVIS MARZOLA;

DR. RUBENS BARROS DE AZEVEDO - PRESIDENTE DA ABFP-RN;

DR. STÊNIO MEDEIROS QUEIROZ;

DRª FABIANE PRISCILA TIAGO SANTOS;

DR. ALFEU VITELLI MARINHO FILHO;

DR. AGER DE LORENZO;

DRª FLÁVIA MÁRCIA PAVAN ALVARES.

Preparemo-nos para a 20ª edição da já vitoriosa Jornada que se realiza, ininterruptamente a cada ano, em Caxambu, em plena primavera, sempre inserida no COSMO - Congresso Sul Mineiro de Odontologia.

JÁ ESTÃO TODOS CONVIDADOS!!!

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

JORNADA DE FISSURAS EM MINAS GERAIS















XIX JORNADA MINEIRA DE FISSURAS LABIOPALATINAS

CAXAMBU/MG - COMPONENTE DO 43º COSMO -

CONGRESSO SUL MINEIRO DE ODONTOLOGIA - 20 a 25.09.2010.



XIX JORNADA MINEIRA DE FISSURAS LABIOPALATINAS

PROGRAMAÇÃO

5ª Feira – 23/09/10

14h30min – Abertura - Dra. Lucy Dalva Lopes Mauro.

14h40min – Dr. Ageu de Lorenzo - Novo conceito em brackets.

15h10min – Dra. Maria Fernanda Mauro - PAM Cl III
– Guia Póstero Anterior Marinho.

15h40min – Dra. Lidia Protzenko Cervante - Estudo comparativo dos resultados do atendimento ortopédico maxilar neonatal, pré e pós cirúrgico com atendimento tardio – resultados a longo prazo.

16h10min – INTERVALO

16h20min – Dra. Alice Heleno Basso - A importância do atendimento hospitalar e domiciliar – equipamento itinerante e suas aplicações.

16h50min – Dra. Dulce Maria F. S. Martins
Mesa de Cirurgia plástica Reparadora.

17h20min – Dra. Zaíra Amaral Alves de Abreu
Estágio atual da indicação de protetores bucais para atletas de vários esportes.

17h50min – Dr. Clóvis Marzola - Transplantes dentais.

6ª Feira – 24/09/10

8h30min – Dr. Rubens Barros de Azevedo - Atuação da ABFP-RN.

9h00 – Dr. Stênio Medeiros Queiróz - Programa de Atendimento ao Portador de FLP na UFRN e II Curso de Extensão ao Portador de Anomalias Craniofaciais (FLP) no HOSPED/UFRN.

9h30min – Dra. Fabiane Priscila Tiago Santos - Aparatologia específica para auxiliar à fonoterapia e o otorrino na fissura labiopalatina.
10h00 – INTERVALO

10h20min – Dr. Clóvis Marzola - Trauma Dental.

10h50min – Dra. Lidia Protzenko Cervante
Ortopedia maxilar neonatal e tutores nasais.

11h20min - Dr. Alfeu Vitelli Marinho Filho
Avaliação da curva tuberal através de radiografias periapicais.

11h50min - Dr. Ager de Lorenzo
Um novo conceito em reabilitação oral interligado ao articulador ADL

12h20min – Dr. Renato O. F. Geromel - DTM
O Bucomaxilofacial na equipe multidisciplinar.

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

INSCRIÇÕES NO SIMPÓSIO DE SALVADOR

As informações gerais sobre o 1º Simpósio Norte Nordeste de Fissuras Labiopalatinas e Deformidades Craniomaxilofaciais, que será realizado dias 22 e 23 de outubro próximo, poderão ser colhidas no blog http://www.abfpba.blogspot.com/

Será um evento de alto nível, com Professores internacionais: ERIC HUBLI (EUA) e RICARDO BENNUN (Argentina), além de participantes nacionais igualmente ilustres.

O investimento nas inscrições está assim discriminado:
Médicos - R$ 150,00;

Não Médicos - R$ 100,00;

Estudantes - R$ 80,00.
DEPÓSITO BANCÁRIO:
CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - Agência: 1021 - Operação: 003
Conta corrente: 902-6
Confirmar o depósito pelo e-mail: b.fernandez@ig.com.br

O Hotel Vila Galé oferece preços especiais bastante atratativos, a conferir:

IMPERDÍVEL!!!

domingo, 5 de setembro de 2010

AMAMENTAÇÃO EM BEBÊS FISSURADOS

Amamentação em Bebês Portadores de Fissuras Congênitas Labiopalalatais

Fonte: www.odontologiainfantil.8m.com (Ver fotos)

A. M. F. ARANHA*, C. DUQUE*, C. F. C. CARRARA**, B. COSTA***, M. R. GOMIDE***.

* Alunas do Curso de Especialização em Odontopediatria do Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais - USP- Bauru.
** Mestre em Odontopediatria pela Faculdade de Odontologia - USP- Bauru. Odontopediatra do Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais - USP- Bauru.
*** Mestre e Doutora em Odontopediatria pela Faculdade de Odontologia - USP- Bauru. Odontopediatra do Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais - USP- Bauru.

SINOPSE
Os autores evidenciam os tipos de fissuras lábio-palatais, as principais dificuldades alimentares e técnicas utilizadas para a amamentação de bebês portadores dessas fissuras, com o objetivo de informar a todos os profissionais da saúde e pessoas interessadas em promover os benefícios do aleitamento materno. UNITERMOS: amamentação, fissura lábio-palatal

INTRODUÇÃO
As fissuras lábio-palatais são malformações anatômicas que ocorrem, geralmente, em torno da quarta e décima segunda semana de vida intra-uterina, respectivamente, por falta ou deficiência de fusão dos processos maxilares e nasal médio e/ou dos processos palatinos, devido a interação de fatores genéticos e ambientais. Sua prevalência é de um caso a cada 650 nascimentos 6.

As fissuras lábio-palatais são passíveis de correção e não devem impedir o indivíduo de levar uma vida normal. Contudo, desde o nascimento, as crianças portadoras de fissuras encontram algumas dificuldades para se alimentar como: ingestão insuficiente, sucção deficitária, escape nasal, excessiva deglutição de ar, vômitos abundantes, engasgamentos e asfixias 1,8.

Entretanto, o grau de dificuldade está diretamente relacionado ao tipo de fissura, sendo que alguns bebês podem levar de dois a três meses para se tornarem eficazes na sucção 1.

CONSIDERAÇÕES GERAIS
Importância da amamentação natural
A alimentação durante o primeiro ano de vida é fundamental para o crescimento e desenvolvimento sadio do bebê. O aleitamento materno é considerado o mais natural e desejável método de amamentação, pois proporciona diversos benefícios para a mãe e, sobretudo para a criança2.

A amamentação proporciona à mãe sensação de prazer, solidificando o afeto pela criança iniciado durante o parto 2,3, e que pode ser afetado pela presença da malformação facial. Além disso, estimula o retorno do tamanho e posicionamento normais do útero, após o parto 3.
Para o bebê, a amamentação materna fornece alimentação adequada às suas necessidades nutricionais, auxilia no combate a infecções do ouvido médio e respiratórias 3.

É importante no desenvolvimento psicológico da criança, trazendo satisfação, prazer e segurança 3.

O ato da sucção permite o correto posicionamento da mandíbula para uma oclusão dentária normal e conseqüente mastigação correta, além de um equilíbrio neuromuscular dos tecidos que envolvem o aparelho mastigatório5.

Tipos de fissura X Dificuldades na amamentação
A classificação para fissuras lábio-palatais utilizada no Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais foi estabelecida por Spina et al7, em 1972. Abrange os aspectos morfológico e embriológico da malformação, tendo como referência o forame incisivo.

São divididas em três grupos:

· Fissura pré-forame incisivo, quando atingem apenas o lábio, com ou sem envolvimento do rebordo alveolar e asa do nariz.
· Fissura transforame incisivo, quando afetam o lábio, o rebordo alveolar e o palato.
· Fissura pós-forame incisivo, quando comprometem apenas o palato.
. Fissura pré-forame incisivo (Fissura de lábio)
De modo geral, a criança, com esse tipo de fissura, não apresenta dificuldade durante o aleitamento, pois a fenda consegue se adaptar ao seio.

A amamentação deve ser em horário livre, podendo variar de 2 a 4 horas, inclusive de madrugada. Se o recém nascido estiver com dificuldade para amamentar ou se tiver uma sucção débil, deverá receber o leite materno ordenhado através de uma colher, depois de cada tentativa de amamentação ao seio.

Se o leite ordenhado for ainda insuficiente, passa-se a complementar com leite de vaca ou industrializado 4.
Fissura transforame (fissura de lábio e palato) e pós-forame incisivo (fissura de palato)

O sucesso do aleitamento natural das crianças portadoras desse tipo de fissura depende da capacidade destas criarem o vácuo necessário para segurar o mamilo, através do fechamento da fenda com sua própria língua 4,8.

Essa capacidade está seriamente comprometida nessas crianças, sendo que as principais dificuldades são a excessiva deglutição de ar e o escape nasal de alimento.

É importante salientar que, em decorrência desse fato, as crianças se cansam mais facilmente, tornando o tempo de amamentação maior.

Nesse caso, a paciência e a perseverança materna são de grande relevância durante a alimentação4.

Quando a criança não consegue succionar o seio materno, geralmente, opta-se pelo aleitamento artificial, utilizando mamadeiras ortodônticas, pois estas promovem maior vedamento da fissura 8.

Técnicas de aleitamento para crianças portadoras de fissuras lábio-palatais
Aleitamento natural
Primeiramente, a criança deve ser mantida em posição vertical, ou semi-vertical, para melhor deglutição e para evitar o refluxo de leite pelas narinas.

Em seguida, a mãe introduz o mamilo e a aréola do seio na boca da criança 4,8. É importante evitar o contato do seio com o nariz da criança, pois poderá dificultar ou impedir a respiração 4.
A mãe deverá oferecer os seios alternadamente, começando sempre pelo que foi dado na última mamada. Se o seio estiver muito cheio de leite, a criança poderá ter dificuldades em prender o mamilo.

Nestes casos, orienta-se a ordenha para retirar um pouco de leite, antes de se oferecer o seio.
Se for necessário interromper a mamada, coloca-se o dedo mínimo no canto da boca do bebê e pressiona-se suavemente.

O tempo das mamadas deve ser livre, sendo maior que em crianças não fissuradas 4.
Aleitamento Artificial
Com a criança sentada ao colo, a mãe deve posicionar a mamadeira a 45 graus na boca da criança, mantendo o bico sempre cheio de leite, para evitar a ingestão excessiva de ar.

Para que haja estímulo de sucção, o orifício do bico da mamadeira deve ter 1 mm de diâmetro e não deve ser aumentado.

Geralmente, as mamadas são prolongadas, podendo haver paradas para descanso, devido ao esforço realizado durante a sucção.

É importante que a mãe estimule a criança a succionar, utilizando tanto o lado normal quanto o fissurado com a finalidade de estimular o desenvolvimento da musculatura facial 4.
Cuidados durante o aleitamento natural/artificial
- Manter a criança na posição mais vertical possível no colo da mãe 4,8.
Isso porque, a tuba auditiva ainda é bastante horizontalizada, e em crianças com fissura de palato, essa característica anatômica predispõe a criança à penetração de leite na tuba auditiva, dando origem a otites recorrentes.

- Antes e depois de alimentar o bebê portador de fissura, a mãe deve realizar a higiene oro-nasal com cotonetes embebidos em água fervida ou filtrada, devido ao grande acúmulo de secreção 4,8.

É importante também conscientizar a mãe sobre a importância da higienização bucal do bebê, após cada mamada.

- É importante, depois da amamentação, colocar a criança em posição vertical, para eructar, e em seguida, no berço, em decúbito lateral, com a finalidade de prevenir riscos de aspiração, em caso de regurgitamento, ou asfixia, se houver refluxo pelas narinas de parte do leite ingerido 4,8.

CONCLUSÃO
Aos profissionais de saúde e pessoas interessadas em promover os benefícios do aleitamento materno, cabe adquirir conhecimentos sobre o assunto e orientar os pais destas crianças da possibilidade da amamentação materna, principalmente em pacientes portadores de fissura pré-forame incisivo.
Entretanto, para os casos com envolvimento de palato, é necessário incentivar a mãe a oferecer o seio ao bebê.

O ideal é a amamentação materna exclusiva até os 06 (seis) meses de idade, contudo, para bebês com sucção deficiente, devem ser administrados simultaneamente a mamadeira com o leite (ordenhado, pasteurizado ou industrializado) e outros alimentos, gradativamente.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
1. ALMEIDA, M. L. G., PASSEROTTI, A. L. A. C. Amamentação materna em fissurados: estudo retrospectivo. Pediatr. Mod., v. 21, n.2, p. 85-90, Mar., 1986.
2. CORRÊA, M. S. N. P. Odontopediatria na primeira infância. 1a. ed., São Paulo, ed. Santos,1999.
3. FALTIN JR., K. et al. A importância da amamentação natural no desenvolvimento da face. Rev. Inst. Odont. Paulista, v. 1, n.1, p.13-5, Jan/ Jun, 1983.
4. MARQUES, M.I.V.M., MARTINELLI, A. J. A alimentação das crianças portadoras de fissuras congênitas lábio-palatais nos dois primeiros anos de vida. J. Pediatr., v. 68, n. 3/4, 1992.
5. MOYERS, R.E. - Handbook of Orthodontics. 3rd. ed., Chicago, Year Book Medical Pub, 1974.
6. NAGEM FILHO, H., MORAES, N., DA ROCHA, R.G.F. Contribuição para o estudo da prevalência das más formações congênitas lábio-palatais na população escolar de Bauru. Rev. Fac. Odont. Univ. São Paulo, v.6, n.2, p.111-128, Abr/Jul, 1968.
7. SPINA, V. et al. Classificação das fissuras lábio-palatinas. Sugestão de modificação. Rev. Hosp. Clin. Fac. Med. S. Paulo, v.27, p.5-6, 1972.
8.THOMÉ, S. Estudo da Prática do aleitamento materno em crianças portadoras de malformação congênita de lábio e/ou palato. Ribeirão Preto, 1990. 245p. Dissertação (Mestrado) - Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, USP

terça-feira, 17 de agosto de 2010

A MARCHETARIA DE ULISSES LEOPOLDO

INFORMAÇÕES SOBRE O ARTISTA E A MARCHETARIA

ULISSES LEOPOLDO - Potiguar, Cirurgião-Dentista e Marcheteiro autodidata.
Começou a fazer marchetaria no período acadêmico na UFRN, nos idos de 1974. Iniciou-se nesta arte por acaso, pois até então, e por alguns anos depois, não tinha nenhum tipo de informação do que fazia. Até mesmo o nome de sua arte lhe era desconhecido. Já formado mudou-se para o Rio, e foi por lá que teve as primeiras informações e ouviu também pela primeira vez a palavra MARCHETARIA.
No Rio participou de várias coletivas, sempre ao lado de seus colegas Dentistas, em Salão de Artes e fez, amadoristicamente, sua primeira mostra individual.
De volta a Natal, em 1992, resolveu incrementar seu trabalho e, ano a ano, vem evoluindo, e sendo cada vez mais aceito pelo público e crítica.
Sua base é o figurativo, mas, atualmente, já se arrisca na criação de uma série de trabalhos abstratos, todos em madeiras.
Entre exposições individuais, coletivas e salões, tem perto de 50 mostras no seu currículo e alguns prêmios.

Outras tarefas relacionadas com a marchetaria.
- Inaugurou o espaço (capítulo) cultural da revista odontológica: Jornal de Assessoria ao Odontologista, do Paraná;
- Tem sua obra incluída no livro Construindo a Cidadania por meio dos Temas Transversais - Editora CDL (Difusão Cultural do Livro) - SP;
- Escolhido Artista Plástico do Ano em 2007 pelo Sindicato dos Odontologistas do RN (SOERN).

O QUE É MARCHETARIA - É a arte de incrustar, embutir ou aplicar peças recortadas de materiais diversos (metais, madeiras, pedras, tartaruga, madrepérola, marfim e outros) sobre uma superfície plana, obtendo-se daí figuras decorativas ou artísticas, também planas. Ulisses Leopoldo escolheu como seu material de trabalho somente as madeiras em seus tons e texturas naturais.

TIPOS DE MARCHETARIA
- Marchetaria em palha ou folhas desidratadas: Usada em móveis, caixas e quadros;
-Tarsia Topo ou marchetaria em bloco: Feita com peças maciças, é usada na confecção de utilitários, bijuterias, filetes decorativos e esculturas;
- Tarsia Geométrica ou de Revestimento: Consiste na aplicação de lâminas finas de materiais sobre superfície planas. É usada na confecção de móveis, caixas, quadros e painéis internos. Este é o tipo de marchetaria é utilizado pelo artista em questão;
- Tarsia Incastro: Recorte simultâneo das peças. É usada na confecção de móveis, caixas e quadros.

MARCHETARIA NO MUNDO
Primeiras descobertas:
- Bacia de pedra calcária por volta de 3000 a. C. na Mesopotâmia;
- Caixão de madeira da Dinastia Yin (1300 a. C. /220 a.C.) na China;
- Peça de embutimento no palácio do rei Mausolo, confeccionada em mármore, em Helicarnasso (Ásia Menor), por volta de 350 a.C.

DIFUSÃO - Largamente usada no Egito Antigo, na confecção de pisos de palácios dos Faraós, chegou ao Oriente Médio, provavelmente levada pelos Hebreus libertados da escravidão egípcia e, por fim, à Europa, trazida pelos Mouros. Neste último continente ela teve seu maior desenvolvimento e variações importantes da sua forma de confecção.
Países onde ela teve grande importância: Portugal, Espanha,Itália, Alemanha e, principalmente, França.

NO BRASIL - Trazida pela família Real ela se expandiu por todo o território nacional, e foi mais difundida no Estado de Minas Gerais.
A marchetaria é mais usada como elemento decorativo na confecção de móveis e peças utilitárias . Poucos marcheteiros a usam como forma de arte (quadros e painéis) e é, justamente assim, que ela é confeccionada por Ulisses Leopoldo.

CURIOSIDADES
a) Só faz exposição individual, no mesmo lugar, de dois em dois anos;
b) Em todas as suas individuais só apresenta número ímpar de peças,
c) Em todas as mostras individuais inclui um quadro de girassol, de um galo
ou dos dois.

CONTATOS
ulel@bol.com.br (Ulisses Leopoldo)
Tel.: 8876 5910 – 9977.3227 – 3217.8609 – 3211.5177
rosanebis@ig.com.br (Rosane Alves)
Tel.: 3222.2523

MOSTRA ATUAL
- Título: Florais em Marchetaria
- Técnica: Marchetaria em Madeiras
- Número de peças: 29 (todas em tamanho médio)
- Tema: Flores
- Local: Palácio da Cultura (Potengi)
- Abertura: 26 de agosto de 2010 (5ª feira)
- Período de visitação: 27/08 a 12/09, das 09 às 17h, de 3ª a domingo
- Telefone do Palácio: 84-3232.9727

VALE A PENA CONFERIR MAIS ESSE BELO TRABALHO
DO NOSSO TALENTOSO COLEGA!

terça-feira, 10 de agosto de 2010

VISITE O "LIPI" - MASCOTE DA A.P.F.P.

Recomendamos uma visita à Associação Portuguesa dos Amigos das Crianças Portadoras de Fendas Lábio-Palatinas, que trabalha junto à ótima Equipe multiprofissional do Hospital São João, no Porto/Portugal.

Eis o endereço: http://fendaslabiopalatinas.blogspot.com/

domingo, 1 de agosto de 2010

CEEI EM NATAL

I CONGRESSO INTERNACIONAL DE CIÊNCIA, ÉTICA E
EDUCAÇÃO INTEGRADA - CEEI
LOCAL: Grand Hotel SERHS - Via Costeira - Natal/ RN - 28 a 30.10.2010.
Sumário atualizado para divulgação:
Natal terá a honra de receber o I Congresso Internacional de Ciência, Ética e Educação Integrada (EM NATAL: VENDO O QUE NÃO SE VÊ), multiprofissional, interdisciplinar, integrado, com foco nos trabalhos sociais na comunidade brasileira, com apoio de professores universitários internacionais/nacionais/locais, acadêmicos, profissionais e voluntários da comunidade em geral para participação em atividades científicas, e colaboração com a organização do Congresso, visando a atenção integral ao ser humano, troca de experiências e integração nas equipes de trabalho, capacitação e melhoria na qualidade de vida na comunidade.
A Vice-Presidência do Congresso em São Paulo, juntamente com a equipe de estudiosos profissionais colaboradores, tem sido primordial no fortalecimento da organização do evento, além do apoio de professores de diversas outras universidades brasileiras públicas e privadas.
Temos diversos representantes de universidades internacionais, confirmados como palestrantes e apoiadores, como: Universidade de Coimbra/Portugal; Universidade de Bristol/UK; Universidade de Modena e outras/Itália; Universidades de Tübingen e Hannover/Alemanha; Universidade du Québec - Montreal/Canadá; Universidade de Bogotá/Colômbia; Universidades dos USA, entre outras, em vias de oficialização.

Várias universidades brasileiras e instituições de ensino médio e superior
estão apoiando o evento.
Entre as locais, destacamos: UFRN (DPEDI/ HOSPED/ MEJC e Departamento TG/ HUOL/ NESC/ Psicologia/ Enfermagem/ Nutrição/ Filosofia/ Ciências Sociais, entre outros); UnP; FARN e FAL; a instituição local responsável pelo evento é a Academia Norte-Rio-Grandense de Letras, tendo como instituição nacional, o Instituto Brasileiro de Ética e Bioética (IBRAEB/SP, em vias de oficialização), além do apoio da FIOCRUZ/RJ.

As atividades científicas multiprofissionais e culturais que serão apresentadas para um público de 800 participantes,
com média de 40 profissionais convidados, compreendem:
1) 08 mesas temáticas multiprofissionais interdisciplinares,
interativas, reflexivas;
2) Várias oficinas multiprofissionais da temática das mesas, de atenção e capacitação, integradas, para a comunidade com 200 inscrições sociais (crianças/adolescentes, adultos/idosos);

3) Apresentação de trabalhos / projetos / programas sociais nacionais / internacionais (Pôster 28/10 - tarde; 29 e 30/10 - manhã e tarde);
4) Mesa de abertura do congresso multiprofissional e interinstitucional (28/10, noite);
5) Divulgação e vendas de livros ligados à temática do congresso, além de artigos e revistas (Espaço livraria/chá-café);

6) Apresentação de grupos musicais da comunidade e do artesanato local.
Foram realizados 05 Mini-Simpósios satélites, pré-congresso em alguns Estados do Brasil, com apoio de: Professores e alunos de Universidades Federais e Privadas, outras Instituições de Ensino Superior, Ministérios da Educação e da Saúde, para divulgação, inscrição e seleção de trabalhos/projetos sociais que serão apresentados no evento, além de diversas reuniões descentralizadas em universidades alemãs e no Instituto Internacional de Neurociências (Hannover) para divulgação e convites a palestrantes.
Inscrição de trabalhos sociais para apresentação durante o Congresso/pôster devem ser enviados para o email – contato@espacialeventos.com.br -
até o dia 09/08/2010).
O Congresso está sendo viabilizado graças à colaboração e patrocínio de diversas Instituições locais de Ensino, particulares e públicas, Entidades de classes (CRM, AMRN, Sindicato dos Médicos), ONGs, Empresas, Federações, Escritórios, Bancos, Clínicas, Hospitais, Secretarias Estaduais e Municipais, Governadoria e Prefeitura do Natal.
Até o momento, destacamos entre os patrocinadores locais: FIERN, UNIMED, Imobiliária Caio Fernandes, Banco do Brasil, ADCOS, Cirúrgica Bezerra, Hospital do Coração, PESS (Programa de Educação e Saúde Solidária), Clínica de Olhos Santa Beatriz, Secretaria Estadual de Saúde e Educação, CRI/CRA-RN, USFC/ SMS-Natal/RN, SEBRAE, Casa Durval Paiva, entre outros; Escolas de Ensino Fundamental e Médio: Escola CEI – Centro de Educação Integrada em Natal; Escola PH3 – Centro Educacional, em Parnamirim; entre as ONGs: NAM (Núcleo de Amparo ao Menor, em Felipe Camarão); ADIC-RN (Associação para o Desenvolvimento da Cidadania); Berioska/Arteterapia etc.. Apoiadores e patrocinadores nacionais: INESP (Instituto de Doenças Neurológicas de São Paulo); Editora Comenius/SP; Pinus Lonagaeva; Assessoria e Consultoria em Saúde e Educação Ltda./SP; Canto Cidadão/SP; ANFIC (Associação Nacional de Filósofos Clínicos); APAFIC (Associação Paulista de Filosofia Clínica/SP); Interseção (Instituto de Filosofia Clínica de São Paulo); Academia Brasileira de Neurocirurgia; FIOCRUZ/RJ; CFM/DF entre outros.
Consultem o site do congresso - www.congressinterceei.com - que será atualizado em breve com a distribuição e nome dos
palestrantes / mesas / oficinas).
Agradecemos a colaboração de todos.
Presidência do Congresso e Equipe de Coordenação:
Prof. Dra. Maria das Graças Melo de Araújo
Presidente do I Congresso Internacional-CEEI
(UFRN / DPEDI / USFC - SMS / UnP), Natal/ RN
Doutora em Ciências Médicas - Neurociências -
Neurologia (UNICAMP/SP) - (84) 9927 9828 / 9982 5992.
Prof. Dr. Raul Marino Júnior (São Paulo) - Vice-Presidente do I CEEI.
Presidente do Instituto Brasileiro de Ética e Bioética/ IBRAEB /SP
(em vias de oficialização);
Instituição Nacional Coordenadora do I CEEI;
Doutor em Neurociência e Professor de Ética e Bioética da USP.
Dr. Diógenes da Cunha Lima
Presidente da Academia Norte-Rio-Grandense de Letras;
Instituição Local Coordenadora do I CEEI.
Drª. Ana Beatriz Petta -
Secretária Geral do I CEEI - Diretora USFC - SMS/Natal.
Profª. Drª. Maria Ângela Zaccarelli
2ªSecretária do I CEEI - INESP / IBRAEB / SP.
Profª. Drª. Eulália Maria Chaves Maia
Secretária Adjunta do I CEEI
UFRN / Departamento de Psicologia
Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde
Programa de Pós-Graduação em Psicologia
Líder do Grupo de Pesquisa Psicologia e Saúde.
Profª. Drª. Maria Bernardete Cordeiro de Sousa
Coordenadora da Comissão Científica do I CEEI
UFRN / Pró-Reitora de Pesquisa.
Profª. Drª. Márcia Faria Westphal
Coordenadora Adjunta da Comissão Científica do I CEEI
USP / Saúde Pública / CEPEDOC.
Silvania Santos - Michelle Tour Congressos & Eventos
Av. Rui Barbosa, 226 - Tirol - Natal/RN
(84) 4009-0677 - Fax: (84) 4009-0656 - Plantão 24h: (84) 9407-7110.
Email/MSN: silvania@michelletour.com.br - www.michelletour.com.br

sexta-feira, 30 de julho de 2010

POSSE EM GRANDE ESTILO!

Na noite do dia 20.07.2010, aconteceu a Sessão Festiva de Posse e Transmissão da Presidência do Conselho Diretor do Rotary Club São Paulo - Aeroporto, gestão 2010-2011 - para a Profª Drª LUCY DALVA LOPES MAURO.

Ela é a Presidente da Associação Brasileira de Fissuras Palatinas, em nível nacional, além de outras prestigiosas Instituições.

Na especial ocasião, a Professora Lucy recebeu merecida homenagem do Presidente da Sociedade Paulista de Ortodontia, DR. JAIRO CORRÊA, pela dedicação à Odontologia Brasileira / Ortodontia e Ortopedia Facial, entregue pelas mãos do Dr. EMIL ADIB RAZUK, Presidente do Conselho Regional de Odontologia de São Paulo, conforme registrou a foto.

Nossas efusivas congratulações pela homenagem, almejando uma gestão de grandes realizações à frente daquele importante Clube de Serviço.

Que Deus lhe dê bastante saúde para levar a bom termo o planejamento que, certamente, elaborou para alavancar os trabalhos em prol da comunidade que abrange.

segunda-feira, 19 de julho de 2010

UMA LIÇÃO DE VIDA!

Passar por um transplante é tarefa para leão, ainda mais num País onde a fila não anda.... Imagine se submeter a dois transplantes...

Esta é a história da jornalista Larissa Jansen, atualmente servidora pública da Justiça Federal no Distrito Federal, narrada por meio da autobiografia “Diário de um transplante ósseo – na real, dois”.

Lalá, como é conhecida pelos amigos, é portadora de artrite idiopática juvenil, um tipo de reumatismo que acomete crianças de zero a 16 anos e que é remissível na grande maioria das vezes. Mas, como Lalá gosta de brincar, nada nela é convencional, então, há 25 anos luta contra a doença degenerativa do aparelho músculo-esquelético (Lalá tem 33 anos, mas sofre com a artrite desde os 07 anos de vida). Esse tipo de artrite, quando não remissível, incapacita a grande maioria dos portadores da doença. Mas Lalá trabalha desde os 16 anos até hoje.

Por se tratar de um caso atípico, a criança Larissa foi até os Estados Unidos em busca de tratamento e melhorias para sua qualidade de vida, tratamento patrocinado por seus pais, familiares e amigos. Aos 16 anos de idade, realizou sua 1ª prótese total de quadril, lá, pois uma das sequelas da artrite é “estragar” as articulações e, nos casos mais graves, a saída é a reconstrução articular.

Aos 16 anos, Lalá não mais subia escadas, tinha parado de crescer em razão da doença e do antinflamatório hormonal, e sentar-se estava cada vez mais doloroso uma vez que o quadril estava anquilosado – ou seja, a articulação estava “grudada”.

Mas, aos 22 anos de idade, Lalá começou a sentir fortes dores nos quadris.... Já se tratava no Brasil, e então levou QUATRO ANOS para encontrar o hospital que considerava ideal. Fincou pé no tratamento ao conhecer o Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (INTO). Mas aí, descobriu que sua vida mudaria radicalmente, por meio do TRANSPLANTE DE OSSOS...
Ela topou o desafio. Encarou um ano de espera na fila do transplante, apesar da gravidade do caso tê-la colocado entre as primeiras a serem contempladas pela doação. Mas naquele ano, só conseguiram 02 doações...

Os prognósticos: apenas ACABAR COM AS DORES. Sem expectativa de voltar a andar... Dançar, subir escadas, abandonar a cadeira de rodas e as muletas que a acompanhavam há 05 anos???

A “pollyana” brasileira decidiu lutar com todas as forças e hoje, não só anda, dirige, como está na fila da adoção – em função dos 14 parafusos que tem nos quadris, sendo alguns fora da pelve, ela optou pela adoção, e não por uma gravidez. Abandonou as muletas e a cadeira de rodas. E a cada dia conquista novos movimentos, com o que considera “um milagre da medicina”.

Como prometera a si mesma, se sobrevivesse utilizaria sua profissão de jornalista para auxiliar na divulgação da doação de ossos, muito pouco – para não dizer quase nada – difundida no Brasil.

Lançou o livro “Diário de um transplante ósseo – na real, dois”, em dezembro de 2007, durante a IV Semana de Valorização da Pessoa com Deficiência. Durante um ano e meio distribuiu 5.000 exemplares, GRATUITAMENTE, e conquistou o espaço da mídia com reportagens no Bom dia Brasil, Jornal Estado de São Paulo, revista Seleções, Empresa Brasil de Comunicação, entre outros veículos.

Desde o ano passado, o Diário de um transplante ósseo – na real, dois, pode ser adquirido pelo site http://www.ensinamentoeditora.com.br/, bem como pela Livraria Cultura (http://www.livrariacultura.com.br/).

Nos dias 26 e 27 de agosto deste ano de 2010, a autora estará na Livraria Siciliano, em Natal, para tirar dúvidas de quem desejar comparecer por lá, e para autografar os exemplares. Larissa estará acompanhada do médico reumatologista, Dr. Sérgio Kowalski, que fará solo de clarinete, atestando o que Lalá diz: somos todos iguais, com as nossas diferenças.

Médicos, pacientes, amigos, CIDADÃOS, estão todos convidados!

Para mais informações sobre o tema, a jornalista lançou, em março de 2009, o blog http://www.transplanteosseo.wordpress.com/, sempre abastecido com notícias sobre o tema. O e-mail para contato é lalajansen@yahoo.com.br.

COMO DOAR - O Brasil conta com 06 bancos de ossos, que têm capacidade de abastecer a demanda do País. Todavia, o único que não cobra qualquer taxa é referência do Ministério da Saúde, localizado no Rio de Janeiro, e denominado Banco de Ossos e Tecidos do Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia.

Para doar os ossos, em caso de morte de um parente, informe à Central de Transplantes de seu Estado. Caso more no interior, e não na Capital, informe à Secretaria de Saúde do Município para que contatem o hospital capacitado para a retirada dos ossos.

Haverá uma pesquisa sobre a vida do doador, por meio dos familiares. A autorização PRECISA SER DADA PELA FAMÍLIA, não basta documento atestando, em vida, o desejo de doar órgãos e tecidos.

Retirados os ossos, serão “quarentenados” em refrigeradores de alta potência, sob responsabilidade dos bancos de ossos, e o material passará por exames de cultura, entre outros, a fim de reduzir ao máximo a contaminação para o paciente a ser transplantado.

QUEM RECEBE - Não é preciso compatibilidade para esse tipo de transplante, uma vez que os tecidos têm praticamente a mesma formação em qualquer humano.

O paciente transplantado também não precisa tomar imunossupressores, mas passa por exames de cultura de bactérias, a fim de tratar possíveis infecções que venham a ocorrer.

Durante ao menos 03 meses, o transplantado NÃO PODE por carga no membro transplantado.

Mais informações em www.into.saude.gov.br

sábado, 17 de julho de 2010

ANDAMENTO DO 2º CURSO DE EDUCAÇÃO CONTINUADA: FISSURAS PALATINAS

Universidade Federal do Rio Grande do Norte
Hospital de Pediatria “Professor Heriberto Ferreira Bezerra”
Associação Brasileira de Fissuras Palatinas / RN

2º CURSO DE EDUCAÇÃO CONTINUADA EM FISSURAS LABIOPALATINAS - 2010

CARGA HORÁRIA TOTAL: 60hs/aula - 8 Módulos presenciais
2ª quarta-feira do mês - 17 ás 19 horas - 60 alunos -

MÓDULO 1: 12.05.2010 - Apresentação da ABFP/RN -
Rubens Barros de Azevedo(Presidente)

A Criança com Fissuras Labiopalatinas no Contexto do Cuidado Integral
MINISTRADORES:
Nadja de Sá Pinto Dantas Rocha - Médica Pediatra
Sandra Regina de Oliveira - Fonoaudióloga

MÓDULO 2 – 09.06.2010
TEMA: Crescimento e Desenvolvimento
MINISTRADORES:
Maria Ione Ferreira da Costa – Mestre em Genética
Erlane Marques Ribeiro - Médica Geneticista

MÓDULO 3 - 14.07.2010
TEMA: Avaliação e Cuidados do Psicólogo
MINISTRADORES:
Daniella Pousa de Faria - Psicóloga
Luciana Carla de O. B. Trindade - Psicóloga
Priscilla Cristhina Bezerra de Araújo - Psicóloga

MÓDULO 4 - 11.08.2010 - 17 às 19 horas
TEMA: Abordagem Bioquímica e Cuidados Fonoaudiológicos
MINISTRADORES:
Lourdes Bernadete Rocha de Souza - Fonoaudióloga
João Felipe Bezerra - Farmacêutico / Bioquímico

MÓDULO 5 - 08.09.2010 - 17 às 19 horas
TEMA: Atuação da Nutrição e da Cirurgia Bucomaxilofacial
MINISTRADORES:
Candyce de Lima e Silva - Nutricionista
Tânia Maria de Araújo - Nutricionista
Ana Suely de Andrade - Nutricionista
André Luiz Marinho Falcão Gondim - Cirurgião Bucomaxilofacial
Wagner Ranier Maciel Dantas - Cirurgião Bucomaxilofacial

MÓDULO 6 - 13.10.2010
TEMA: Abordagem do Cirurgião Plástico e do Ortodontista/Ortopedista Funcional dos Maxilares
MINISTRADORES:
Leonardo Santos de Barros Spencer - Cirurgião Plástico
Stênio Medeiros de Queiroz
Ortodontista e Ortopedista Funcional dos Maxilares
Roberto Flávio Fontenelle Pinheiro - Ortodontista

MÓDULO 7 - 10.11.2010 - 17 às 20 hs --- MÓDULO 8 - 11.11.2010 - 17 às 20 hs Seminários:
Apresentação das Rotinas de Atendimentos voltadas para a Criança com Fissuras Labiopalatinas
Prática: Divisão da turma em grupos.

quinta-feira, 15 de julho de 2010

ARTIGO: FENDAS LABIOPALATINAS


(Foto: Smile Train)

Por Natália Raposo da Silva / Vanessa Cristina da Silva Bernardes

Disciplina Cirurgia II - Universidade Veiga de Almeida.

Introdução - As fissuras de lábio e palato são deformidades congênitas caracterizadas pela interrupção na continuidade dos tecidos do lábio superior, rebordo alveolar superior e palato, de forma parcial para cada um destes elementos ou, de maneira mais abrangente, quando mais de um ou mesmo todos estes segmentos do terço médio da face se apresentam comprometidos.
Podem ainda ser unilaterais, bilaterais, ou medianas. Existem fissuras de lábio inferior envolvendo até mesmo a mandíbula, porém, são bem mais raras que as fissuras de lábio-palato.

Nota-se a existência de aspectos multifatoriais concomitantes, tais como, hereditariedade, carência alimentar, influências psicológicas, doenças infecciosas, idade avançada dos genitores, drogas, radiação ionizante, diabetes materna e fumo.

Poucos defeitos têm, para família o impacto emocional de ver a criança facialmente desfigurada, soma-se a isso a deficiência funcional avançada da fala, mastigação e deglutição.
Há uma prevalência aumentada de malformações congênitas associadas, bem como deficiência de aprendizagem secundária à deficiência da audição. (21)

Tentativas de se corrigir o defeito, pela localização compromete seriamente a estética facial. A primeira descrição documentada de sucesso na correção de fissura de lábio foi feita por um cirurgião flamengo, chamado Yeperman (1295-1351).
No entanto as primeiras referências cirúrgicas para correção de fenda palatina, ocorreram no século XIX com destaque para os trabalhos de Graefe (1816) e Roux (1819), para reparo de palato mole e Diffenbach (1826) para reparo de palato duro. (13)
A partir do pioneirismo desses cirurgiões, surgiram novas oportunidades para outros profissionais da área de saúde pesquisarem e desenvolverem novas técnicas no tratamento de fissuras lábio- palatinas que objetivassem cada vez mais uma melhor recuperação funcional e estética para o paciente. Vale ressaltar que nem todas as propostas de cirurgia apresentadas são válidas.
Revisão

Embriologia da face - O desenvolvimento inicial da face é dominado pela proliferação e migração do ectomêsenquima envolvido na formação das cavidades nasais primitivaas. Em torno do 28º dia de vida intrauterina, espessamentos localizados desenvolvem-se no ectoderma da proeminência frontal em posição rostral à abertura do estomódio. Tais espessamentos são placóides olfatórios.
Uma rápida proliferação do mesênquima subjacente ocorre em torno das saliências dos placóides na proeminência frontal anterior, produzindo, também, uma saliência em forma de ferradura, que transforma o placóide olfatório em uma fosseta nasal. O braço lateral de cada ferradura é chamado processo nasal lateral, e o braço medial processo nasal medial.
Entre os dois processos nasais, encontra-se uma nova área formada por uma depressão, denominada processo frontonasal. Os processos nasais mediais dos dois lados, junto com o processo frontonasal, formam a porção média do nariz, porção média do lábio superior, porção anterior da maxila e palato primário.

Os processos maxilares crescem medialmente e se aproximam dos processos nasais medial e lateral, porém permanecem separados deles por nítidos sulco.
O crescimento medial do processo maxilar empurra o processo nasal medial em direção a linha média, onde se funde com a sua contraparte anatômica do lado oposto, eliminando o processo frontonasal.
Dessa forma, o lábio superior é formado a partir dos processos maxilares e processos nasais mediais, ocorrendo fusão entre a extensão anterior do processo maxilar e a face lateral do processo nasal medial.
O lábio inferior é formado pela fusão dos processos mandibulares. A fusão dos dois processos nasais mediais resulta na formação de parte da maxila, que contém os dentes incisivos e o palato primário, assim como parte dos lábio.

Um tipo incomum de fusão ocorre entre o processo maxilar e o processo nasal lateral. Como a maioria dos outros processos associados ao desenvolvimento facial, os processos maxilares e nasais laterais são, inicialmente, separados por um sulco profundo.
O epitélio do assoalho do sulco entre eles formam um núcleo sólido que se separa da superfície e, finalmente, da origem a um canal, para formar o ducto nasolacrimal.
Após o ducto tornar-se separado os dois processos fundem-se em decorrência da proliferação do mesênquima.

As fendas possuem diferentes causas. As fendas do lábio e da maxila anterior resultam de um desenvolvimento imperfeito do palato embrionário primário. Frequentemente, quando essas fendas ocorrem, a deformação do desenvolvimento facial impede o contato das cristas palatinas, quando elas giram para a posição horizontal, de tal forma que as fendas do palato primário são frequentemente acompanhadas pelas do palato secundário (duro e mole).
Entretanto, as fendas palatinas podem resultar de:
- falhas das cristas palatinas de se contatarem por causa de uma falha de crescimento ou de um distúrbio no mecanismo de elevação das cristas;
- falha das cristas em se fundirem após o contato ter sido estabelecido devido ao fato de o epitélio de revestimento não se romper ou não ser reabsorvido;
- ruptura após ter ocorrido a fusão das cristas; fusão e consolidação defeituosa do mesênquima das cristas palatinas. (14)

Etiologia e patogenia - Não há um fator específico que possa ser responsável pelas fendas labiais e palatinas. Porém, há um conjunto de aspectos que são co-responsáveis pela alteração embriogênica nos dois primeiros meses de gestação.

1. Genes mutantes: pode ser a explicação para a ocorrência dessas deformidades associadas a outras síndromes raras, principalmente envolvendo alterações congênitas dos membros.

2. Aberrações cromossômicas: quando ocorrem associadas a síndromes como a D-trissomia.

3. Agentes teratogênicos: moléstias, medicamentos, estresse, quando agindo em um embrião predisposto geneticamente, seriam responsáveis por uma pequena proporção dos casos.

4. herança multifatorial: a maior parte dos casos se enquadra nesta categoria.

Haveria uma tendência familiar não obedecendo um padrão mendeliano e não estando presentes, ou pelo menos demonstráveis, as aberrações cromossômicas. (13)

Condições sistêmicas como diabete materna, a idade avançada dos genitores e o fumo, também tem uma relação predisponente as fissuras lábio palatinas. (3)

Apesar de estarem frequentemente associadas são anomalias que envolvem processos de desenvolvimento diferentes, que ocorrem em tempos diversos, no período entre a 4º e a 8º semana de gestação.

Incidência - Na literatura nacional e internacional, evidenciou-se que os autores consideram as fissuras de lábio e/ou palato, uma malformação congênita de elevada incidência.

Sendo a hereditariedade responsável por 25% a 30% dos casos de fissuras de lábio e/ou palato e cerca de 70% a 80% dos casos são considerados de etiologia multifatorial.

Essas são consideradas como a 2ª malformação mais comum na população. No Brasil, ainda não é possível saber o número exato de fissurados, estima-se existirem cerca de 180.000 portadores, sendo a ocorrência da ordem de um para cada 650 nascimentos, e a mortalidade no primeiro ano de vida em torno de 35% (20), (11).

Em relação ao tipo de fissura os estudos de Fogh-Andersen (1942) apresentam:
• 25% - fissuras de lábio isoladamente, 80% unilateral , 20% bilateral;
• 50% - fissuras lábiopalatinas;
• 25% - fissuras de palato isolado.

Esses mesmos estudos, confirmados por outros autores, mostram preferência pelo lado esquerdo nas fissuras labiais, predominância pelo sexo masculino nas fissuras lábiopalatinas e pelo feminino nas fissuras isoladas de palato.(13).

A incidência global de fendas labiais é de aproximadamente 1 em 700 nascidos vivos. Esse índice parece estar lentamente crescente, possivelmente por causa dos cuidados neonatais melhorados das crianças sindrômicas mais gravemente afetadas.

85% dos lábios leporinos ocorrem isoladamente e 15% possuem associação sindrômica, significando que eles estão associados com outras deformidades congênitas ou com conhecidas aberrações genéticas.

Existem mais de 200 síndromes conhecidas associadas com essas fendas. Uma das mais importantes é a síndrome de Von der Woude, que se apresenta como um lábio leporino com buracos labiais.
Sua importância está na modalidade de transmissão. Essa síndrome apresenta transmissão autossômica dominante, e a descendência do individuo afetado tem probabilidade de 50% de ser acometido. (3)

A incidência de fenda palatina isolada é de aproximadamente 1 em 2000 nascidos vivos. - Neel (1958) mostra maior incidência de fissuras lábiopalatinas entra crianças japonesas (2,1:1000), situação confirmada por Fujino (1963), entre outros orientais.
Estudos com a população negra radicada nos Estados Unidos mostra uma menor incidência, cuja a média estaria em torno de 0,4 para 1000 nascimentos. (13)

Classificação - Várias são as classificações utilizadas para as fissuras labiopalatinas, porém poucas têm aplicação clínica.

Classificação de Davis e Ritchie (1922), baseada na posição da fissura em relação ao processo alveolar. São três os grupos:
• Grupo I - Fissura pré-alveolar, quando envolve somente o lábio. Pode ser unilateral, bilateral ou mediana.
• Grupo II - Fissura pós-alveolar, comprometendo palato mole, palato mole mais palato duro ou fissura submucosa
• Grupo III - Fissura alveolar, que pode ser unilateral, bilateral ou mediana.

Classificação de Veau (1931). São quatro os tipos:
• Tipo I - Fissuras de palato mole.
• Tipo II - Fissuras de palato duro e palato mole até o limite no forame incisivo
• Tipo III - Fissuras de palato duro e palato mole até o limite no forame incisivo na linha média, estendendo até ao alvéolo na posição do futuro dente incisivo lateral de um dos lados.
• Tipo IV - Fissura bilateral completa. À semelhança do tipo III, envolvendo os dois lados e mantendo uma porção mediana pré-maxila, suspensa ao septo nasal.
Kernahan e Stark (1958) e Harkins (1962) propuseram classificações que na sua modificação foram adotadas pela Associação Americana de Fissura Palatina.
Spina (1979) conseguiu simplificá-las da seguinte maneira:

• Grupo I: Fissuras pré-forame incisivo: Fissuras de lábio com ou sem envolvimento alveolar. Podendo ser bilateral ou unilateral, completa ou incompleta.

• Grupo II: Fissuras transforame incisivo: são os de maior gravidade, atingindo lábio, arcada alveolar e todo palato. Podendo ser unilateral ou bilateral.

• Grupo III: Fissuras pós forame incisivo: são fissuras palatinas, em geral medianas, que podem situar-se apenas na úvula, palato e envolver todo palato duro. Podendo ser completa o incompleta.

• Grupo IV: Fissuras parciais raras.

Características do portador de fenda lábio palatina - As fendas lábio palatinas podem ser uma anomalia congênita isolada, fazer parte de uma síndrome ou associação e portanto há a necessidade de uma cuidadosa investigação em busca de outras anormalidade. (17)

Quanto a existência de anomalias associadas, 2-11% dos casos de fenda lábio palatina tem outras anomalias congênitas, sendo 7-13%, quando há apenas fenda labial e 13-50%, quando há fenda palatina isolada.(6)

A anomalia congênita mais comum nos casos de fenda lábio palatina é a cardíaca. De todas as crianças portadoras, 30% apresentam cardiopatia congênita.
Se a fenda labial é unilateral, a cardiopatia ocorre em 5 % dos casos.
Se for bilateral, em 12 %.

As anomalias esqueléticas acontecem em 11% dos casos de fenda lábio palatina e a assimetria de orelha é observada em 21% dos casos.(8), (11)

Pode ocorrer retardo de crescimento pré e pós-natal, insuficiência velofaringeana, atresia de esôfago, anomalias de fusão em vértebras (15-20%), sendo 54% em cervical, anomalias olfatórias (50% em casos de fenda palatina) e do trato urinário.
Os indivíduos com fenda lábio palatina têm uma incidência 40 vezes maior do que a da população geral para apresentar deficiência do hormônio de crescimento (GH).(6)

Diagnóstico pré-natal , tratamento e prognóstico - O diagnóstico precoce pode ser realizado no pré-natal pela ultra-sonografia a partir da 14º semana de gestação (6).

No trabalho de Bunduki et al. (2000) foram avaliados 40 fetos com diagnóstico pré-natal de fenda lábio palatino, sendo 45% de fenda labial, 47.5 % de fenda lábio palatina e 7,5% de fenda palatina.

Os autores consideraram que as fendas lábio palatinas são excelentes marcadores para malformações associadas a aneuploidias. O caráter isolado de fenda palatina esteve associado a um excelente prognóstico.(2)

As crianças que apresentam algum tipo de fissura lábio palatina, devem submeter-se a um programa de recuperação multidisciplinar, pois a complexidade maior ou menor da alteração requer um concurso de diferentes profissionais tais como:

• Cirurgiões dentistas: especializados em cirurgia, ortodontia, prótese e odontopediatria.
• Médicos: especializados em cirurgia plástica, pediatria, otorrinolaringologia e psiquiatria.
• Outros: psicólogo, assistente social, fonoaudiólogo, nutricionista e enfermeiro.

O atendimento do fissurado pode seguir a seguinte orientação:
Do nascimento ao fim do primeiro mês:
- Orientar os pais, informá-los, devidamente, quanto ao problema atual da criança, as perspectivas futuras e ajudá-los a assumir uma atitude sadia com relação ao problema.
- Supervisionar a saúde geral da criança.
- Planejar a cirurgia a ser executada.

Do fim do primeiro mês ao fim do primeiro ano:
- Cirurgia para fechar a fenda do lábio.
- Supervisionar a saúde geral da criança.
- Orientar os pais quanto aos cuidados a ter com a criança.

Do fim do primeiro ano até o sétimo ano:
- Supervisionar a saúde geral da criança.
- Orientar a criança, buscando seu desenvolvimento psicossomático.
- Cirurgia para fechar a fenda platina.
- Prótese reparadora.
- Treinamento da fonação.
- Cuidados ortodônticos.
- Tratamento dos dentes.

Dos seis anos até a idade adulta:
- Supervisão geral da saúde.
- Orientação da criança e auxílio aos pais sob o aspecto psicológico.
- Cirurgia, prótese e ortodontia, sempre que o caso demandar.
- Supervisão e tratamento dentário periódico.
- Treinamento de fonação.
- Orientação vocacional, adestramento e desempenho de alguma função.(12)

Os procedimentos operatórios para palatoplastia são muito variados, visto que cada fissura é única.
Elas variam em largura extensão, quantidade de tecidos moles e duros disponíveis e extensão do palato (16).
O objetivo geral da cirurgia é fechar o palato duro com os tecidos moles adjacentes à fissura. Assim, descrevendo ao longo de um procedimento operatório as variadas características da fissura a qual o cirurgião pode-se defrontar e relacionada a estas particularidades, as varias técnicas que ele pode estar utilizando.

O primeiro cuidado deve se garantir, em maior grau possível a anti-sepsia do campo operatório, sendo cáries previamente obturadas e raízes dentárias inaproveitáveis extraídas (8). O palato duro é fechado apenas com tecido mole.
Os tecidos moles são incisados ao longo da margem da fissura e dissecados dos processos palatinos ate quês seja possível sua aproximação sobre a fissura.
Os tecidos moles que se estendem ao redor da margem da fissura variam em qualidade e quantidade.

Alguns são atróficos e não disponíveis para uso, como ocorrem em fissuras largas. (1)
Os tecidos moles, ao redor da fissura que forem saudáveis, prestam-se de pronto, para dissecação da sutura.
Esse procedimento precisa frequentemente de incisões relaxantes laterais próximas a dentição.
Os tecidos moles são então firmemente suturados sobre a fissura, e aguardado cicatrizar.
As áreas de osso exposta cicatrizam por segunda intenção.

Quando é possível, Graziane (1995) recomenda o fechamento da fissura em duas camadas, sendo a mucosa nasal, parede lateral e áreas septais do nariz suturadas por partes antes da sutura oral.

Quando o vômer é longo e inserido ao processo palatino oposto à fissura, o retalho pode ser obtido dele e suturado aos tecidos palatinos do lado da fissura, como a Técnica de Campbell-Pichler (17) Fig. 5

Na maioria dos casos de fenda lábio palatina não sindrômicos não há comprometimento do sistema nervoso e os afetados não têm retardo mental.
A morbidade das crianças portadoras é maior decorrente da dificuldade para se alimentar, podendo ocorrer desnutrição, anemia, pneumonia aspirativa e infecções de repetição. Nos casos sem associação de malformação ou complicações decorrentes das fendas o prognóstico é bom. (17)

Cuidados odontológicos - As fendas lábio palatinas afetam o desenvolvimento dos dentes decíduo se permanentes com freqüência. Os problemas mais comuns estão relacionados com a ausência congênita de dentes ou presença de dentes supranumerários.
As anomalias dentárias ocorrem em 53% das crianças com fendas. As mais frequentes são hipodontia e hipoplasia dentária sendo as menos frequentes, a microdontia e os dentes geminados, porém ainda são 7% mais frequentes do que na população em geral. (20)
A incidência de agenesia na área da fenda na dentição permanente é maior do que a de dentes supranumerários e na dentição decídua ocorre o inverso, sendo o incisivo lateral o dente que é mais susceptível a danos na área da fissura.

A cronologia de erupção está atrasada em crianças portadoras e os distúrbios mais frequentes atribuídos à erupção são prurido, salivação abundante, aumento da frequência de sucção e irritabilidade.

Os indivíduos com fissuras, principalmente do palato apresentam discrepâncias entre o tamanho, formato e posição dos maxilares.
Um achado comum é o prognatismo mandibular, causado mais pela retração da maxila do que pela protusão da mandíbula.

Dentre as doenças bucais mais prevalentes encontradas nas crianças com fendas as maloclusões estão presentes em mais de 86% dos casos de fissuras, sendo mais frequente a mordida cruzada (75% dos casos).
A prevalência e a atividade de cáries é relativamente maior, sendo os pacientes acometidos um grupo de risco para o desenvolvimento de cáries(1).
Uma higiene bucal deficiente aumenta o aparecimento da placa bacteriana na superfície dos dentes.
Os programas de prevenção de cáries são importantes para garantir a saúde bucal desses pacientes.
Ao nascer as crianças devem ser encaminhadas aos ortodontistas para que estes possam programar o tratamento adequado, já que a variação de expressão da doença é muito grande e o tratamento ortodôntico é individualizado(17).

Discussão - Segundo a literatura pesquisada, não há um único fator responsável pelo desenvolvimento das fendas. Existem condições de risco, bem como a predisposição genética nos casos não sindrômicos e fatores ambientais(fumo, álcool, medicamento, desnutrição e etc). (17)

As fendas labiais e palatinas são consequência de falha na fusão dos processos osseos da face porém, ocorrem em locais e em cronologias diferentes.
A primeira resulta do desenvolvimento imperfeito do palato embrionário primário, já a segunda da falha das cristas palatinas em se contactarem. (14)
Devido a grande variedade de combinações foram desenvolvidas, ao longo dos anos, classificações com o objetivo de descrevê-las entre elas a de Davis e Ritchie, Kernahan e Stark, Harkins porém, a de Spina é a mais adotada desde sua concepção em 1979.(13)

A diversificação das fendas faz com que o mesmo aconteça em relação as técnicas cirúrgicas corretivas. Independente disso, para se obter sucesso do tratamento é necessário um acompanhamento multidisciplinar que garanta o restabelecimento funcional estético e psicológico do paciente. (12)

Conclusão - É possível afirmar que as fendas labiais e palatinas podem estar associadas ou isoladas e que possuem características clinicas e etiológicas distintas. Ainda não é possível apontar um fator específico que promova a falha na fusão dos processos ósseos, porém, existem situações que potencializam a ocorrência da má formação congênita.
Em relação à classificação, muitas se desenvolveram ao longo dos anos, mas a mais utilizada é a de Spina por possuir uma denotação mais simples e ao mesmo tempo abrangente.
O tratamento deve ser realizado por uma equipe de diferentes profissionais: médicos, dentistas, fonoaudiólogos, nutricionistas e psicólogos que atuarão em conjunto.
A família deverá ter o esclarecimento necessário para lidar com a situação visto que, dependendo do grau de severidade as fendas promovem um grande impacto visual.
O prognóstico é considerado bom, nos casos em que não há mal formações associadas nem complicações decorrentes das fendas labiais e palatinas.
A prevenção ainda não é uma realidade, uma vez que, é uma doença multifatorial, mas os avanços da medicina já permitem o diagnóstico precoce.

Referências bibliográficas:
1. Araruna R.C., Vendrúsculo D.M.S.,(2000). Tratamento Cirúrgico de fissuras palatinas completas. Rev. Latino-Am. Enfermagem vol. 8 no.2 ., site www.unifor.br/hp/doc_noticias/vol17-artigo8.pdf
2. Bunduki V., Ruano R., Sapienza A.D., Hanaoka B.Y, Zugaib M.(2001) Diagnóstico pré-natal de fenda labial e palatina: experiência de 40 casos. Rev. Brás Ginecol Obstetric , 23(9):561-6.
3. David C.S., Jr., M.D.,(1997). Tratado de cirurgia-as bases biológica das praticas cirúrgicas modernas. ed. 15º., cap. 40.
4. Figueiredo I.M.B., Bezerra A.L.; Marques A.C.L.; Rocha I.M.; Monteiro N.R.,(2004). Trat. Cirúrgico.,site www.unifor.br/hp/doc_noticias/vol17-artigo8.pdf
5. Fujino, H.; Tanaka, K & Sanui, Y.,(1963).Genetic study of clefts lips palates basead on 2898 Japanese cases.Kyushu J. Med. Sci.,14:317.
6. 3. Gorlin R.J, Pindborg J.J, and Cohen M.M. (1975).Syndromes of the head and neck. 2ºed, pg. 50-60
7. Graefe C.F, VON.,(1817). Kurze Nachrichten und Auszuge. J.d. Pract. Arznek.u. Wundarzk.,
44(part1):116.
8. Graziani M., (1995).Cirurgia bucomaxilofacial. 8a ed. Rio de Janeiro:Guanabara Koogan;.
9. Jorgeson R.J, Pashayan H.M.,(1990) Cleft lip. In: Buyse ML. Birth Defects Encyclopedia. Dover: Backwell Scientific Publications; p.405-7.
10. Kernahan, D.A & Stark, R.B.,(1958) A new classification for cleft lip and cleft palate. Plast. Reconstr. Surg. 22:435.
11. Loffedo M.C.L., (1990).Fissuras lábio -palatais: estudo caso-controle de fatores de risco. Tese (Doutorado) - Faculdade de Saúde Pública, Universidade de São Paulo., 129p .
12. Marques, I.H.S.(2003). Lábio leporino e goela de lobo[www.jornaldosite.com.br/arquivo/anteriores/ivan/artivan74.htm.]. Jornal de odonto.
13. Mélega J.M., Zanini A.A., Psillakis J.M.,(1992). Cirurgia plástica e estética., 2ºed., pg.247-268.
14. Moore L.K., (2005). Embriologia Clínica. 5º ed., ed. Guanabara.
15. Neel, L.V.,(1958). A study of major congenital defects in Japanese infants. Am. J. Hum. Genet., 10:398,
16. Peterson L.J.,(1997). Cirurgia oral e maxilofacial contemporânea.,3º ed., Rio de Janeiro: Guanabara Koogan;
17. Ribeiro, E.M., Moreira, A.S.C.G.(2004). Atualização sobre o tratamento multidisciplinar das fissuras labiais e palatinas [ www.unifor.br/notitia/file/432.pdf]. Revista brasileira de promoção de saúde,18(1):31-40.
18. Roux, P. J., (1819).Observation sur une division congenitale du voile du palais et de luette, guérie au moyen d’une operation analogue à celled u bec-delièvre, pratiquée par M. Roux. J. Universal Sci. Med.; 15:356,
19. Spina. V.A.,(1974)Proposed modification for the classification of cleft lip and cleft palate. Cleft palate J; 10:251.
20. Thomé S.,(1990). Estudo da prática do aleitamento materno em crianças portadoras de malformações congênita de lábio e/ou de palato. Ribeirão Preto, Dissertação (Mestrado) - Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo., 245p. 21.Troviscal L.P., Fenda labial e palatina. In :Leite J.C.L., Comunella L.N., Giugliani R.,(2002) Tópicos em defeitos congênitos; p. 1021-7. . Porto Alegre: UFRGS. - Publicado em 17/5/2007.

Fonte: www.cispre.com.br

sábado, 10 de julho de 2010

"APFP & ABFP JUNTAS PELOS NOSSOS HERÓIS"

Olá Lipi, nosso mascote e símbolo, e olá a todos os nossos leitores e seguidores!
Dr. Rubens Barros de Azevedo, é o Presidente da ABFP - Rio Grande do Norte e Vice-Presidente da ABFP - Nacional e veio visitar-nos. Na segunda-feira, dia 21 de Junho, fui buscá-lo à Campanhã para o nosso encontro no HSJ. O Dr. Rubens esteve em reunião com o nosso Presidente Bessa Monteiro, o Presidente da Assembléia Geral Correia Pinto e comigo. Foi uma visita muito promissora. A ABFP é uma Associação fundada em 1969 e já tem, como é fácil perceber, muito mais estrada do que nós. Contudo a nossa consulta de grupo foi considerada um exemplo de mais valia para o paciente e o nosso protocolo será apresentado à ABFP, pelo Dr. Rubens. Da reunião resultou um acordo de intenções de cooperação e reciprocidade, onde os profissionais dos dois grupos serão convidados a participar em processos de formação e desenvolvimento profissional promovidos pelas duas entidades. A troca de informações e estudos poderá facultar mais elementos para o aperfeiçoamento do tratamento oferecido aos nossos pequenos e grandes heróis.
É possível que em 2011, a ABFP promova um encontro de âmbito internacional, em que nós, da APFP, tentaremos que não coincida com o II Congresso Ibérico, de forma a estarmos presentes em força.
Gostaria de deixar registrado no BLOG, um agradecimento pessoal ao Dr. Rubens, que mercê de sua iniciativa pessoal e empenho abnegado (que inclui muitas outras áreas além da ABFP), possibilitou esse encontro tão importante para as duas Associações. Bem haja!
Fonte: www.fendaslabiopalatinas.blogspot.com

quarta-feira, 2 de junho de 2010


A DD Presidente da Associação Brasileira de Fissuras Palatinas, em nível nacional, Profª Drª LUCY DALVA LOPES MAURO, recebeu da Academia Brasileira de Arte, Cultura e História, no dia 28.05.10, Diploma e Medalha referente ao Prêmio D. Luís de Orleans e Bragança, da Família Imperial Brasileira.

O evento ocorreu na sede da Academia, Polo Cultural da Casa da Fazenda do Morumbi, em São Paulo.
Nossas congratulações por mais este belo galardão!
Com ela na foto, o Prof. Dr. RENATO OSVALDO FIGUEIREDO GEROMEL, Cirurgião Bucomaxilofacial, destacado componente da equipe da Profª Lucy.

terça-feira, 1 de junho de 2010

Amamentação de bebês Fissurados

As maiores dificuldades dos bebês que apresentam esta anomalia são a alimentação, a respiração e o ganho de peso.

Ainda é comum entre as mães o mito de que bebês fissurados não podem ser amamentados. Amamentar bebês com fissuras, quando possível, é a melhor forma de estimular a musculatura da face, além de fortalecer o vínculo mãe-filho e evitar as infecções.

Portanto, o aleitamento natural deve ser estimulado, desde que a criança consiga sugar e a mãe se sinta à vontade para fazê-lo.

O tratamento odontológico e fonoaudiológico precoce iniciado na maternidade tem como objetivo auxiliar nos estímulos sensoriais, adaptando a alimentação com segurança, facilitando a amamentação no peito matemo ou na mamadeira e orientando sobre a melhor postura que deve ser adotada pela mãe a fim de facilitar a sucção, deglutição e o correto desenvolvimento maxilofacial do bebê.

quarta-feira, 26 de maio de 2010

AÇÃO EDUCATIVA SOBRE FISSURAS LABIOPALATINAS

Numa promoção conjunta da Direção Acadêmica do Hospital de Pediatria “Prof. Heriberto Ferreira Bezerra” – HOSPED/UFRN e a Associação Brasileira de Fissuras Labiopalatinas do RN foi desenvolvida hoje, em Natal/RN, uma ação educativa, com o objetivo de informar sobre os cuidados devidos aos portadores de Fissuras Labiopalatinas, cumprindo o determinado pela Lei Estadual nº 9.101 que prevê ações desse tipo, dentre outras.

O evento foi aberto, às 8h30min, no próprio Ambulatório do HOSPED, pelo Presidente da ABFP-RN e Vice-Presidente da ABFP, o Cirurgião Dentista Rubens Barros de Azevedo, passando a palavra para a Profª Nadja de Sá Pinto Dantas Rocha, Diretora Acadêmica.

Ela explicou a programação e falou da satisfação da iniciativa, que contou com a participação de mães e pacientes portadores dessas anomalias, alunos Residentes e alguns profissionais daquele Serviço.
Em seguida, houve a projeção de um vídeo institucional, elaborado pela Produtora “Sidy’s”, de Siderley Jatobá (Currais Novos, interior do Estado), abordando todas as fases da atuação multiprofissional no HOSPED - ele mesmo foi beneficiado por esse ótimo serviço, daí a sua gratidão.

O depoimento de algumas mães de pacientes deu sequência ao Ato: Falaram sobre as dificuldades e angústias ocorridas nos vários estágios pelos quais passaram desde quando souberam que dariam a luz a um ser especial.

Contaram sobre a emoção vivida quando do acompanhamento feito pelos vários competentes e dedicados profissionais que cuidaram de seus respectivos filhos, deixando-as mais reconfortadas e com ânimo forte para levar a bom termo a nobre missão que lhes coube.
Um singelo lanche foi servido aos presentes, num ambiente bastante descontraído e fraterno.

A Psicóloga do HOSPED, Dra. Luciana Carla Trindade, encerrou a Ação Educativa, conduzindo uma dinâmica de grupo com as mães e familiares dos portadores de fissuras, interagindo também com os alunos Residentes.

sexta-feira, 21 de maio de 2010

INFORMAÇÕES BÁSICAS SOBRE FISSURAS LABIOPALATINAS



O QUE SÃO FISSURAS: Em cerca de 650 nascimentos, uma criança apresenta um tipo de deformidade chamada de fissura. Pode acontecer no lábio (“lábio leporino”), no palato, portanto, palatina (no céu da boca - “goela de lobo”), ou nos dois (no lábio e no palato), podendo ser num só lado ou em ambos os lados - direito e esquerdo.

CAUSAS E CONSEQUÊNCIAS: Essas anomalias causam vários problemas, tais como: má alimentação, respiração deficiente, fala irregular, falha na audição, problemas psicológicos e sociais (devido à estética), sendo que essas malformações acontecem entre a 3ª, 7ª e 12ª semana de gestação (gravidez), devido a causas ambientais, genéticas e/ou mistas (multifatoriais).

TRATAMENTO: As crianças precisam passar por um programa de reabilitação com vários profissionais de diversas especialidades, trabalhando sempre em conjunto, como está dito no verso.

PORQUE O TRATAMENTO DEVE SER INTEGRADO: É fundamental que todos os profissionais citados trabalhem concentrados numa unidade de atendimento, com o objetivo de dar um tratamento integrado e de longo prazo, pois, da recuperação até a alta, demanda um tempo para completar o crescimento da criança/adolescente, que se estende até os 16 a 18 anos de idade, quando haverá a reintegração psicossocial.

PAIS E FAMILIARES: O programa de atenção a essa pessoa especial abrange várias etapas, sendo que os pais e familiares também recebem apoio e orientação psicológica, pois a participação de todos é fundamental para o completo êxito do trabalho.

TRATAMENTO NO RN: Aqui em Natal há condições de prestar esse atendimento, evitando que o pequeno paciente seja mandado para fora do Estado, juntamente com seus familiares, durante todo o período do tratamento, o que seria inviável.

ONDE TRATAR: O Hospital Pediátrico da UFRN (HOSPED) tem meios para tratá-los, de maneira competente e gratuitamente (pelo SUS), bastando entrar em contato, de 2ª a 6ª feira, das 08 às 16 horas, pessoalmente, ou pelo telefone (84) 3842.5212, para receber as orientações básicas, marcações de consultas etc..

NOSSO APOIO: A Associação Brasileira de Fissuras Palatinas (Seção RN) apóia totalmente o trabalho executado da maneira descrita, e pode dar mais informações.

Junte-se a nós e participe deste trabalho altamente meritório.

Entre em contato conosco e associe-se!

A Diretoria
Fotos: "Smile Train"