PROGRAMAÇÃO GERAL
Sexta Feira - dia 22/10/2010
8h30min – Abertura
9h às 9h30 – Conferência: Dra. Lucy Dalva Lopes Mauro
- Presidente: Dra. Elizabeth Fernandes
9h30min às 10h30min - Mesa de Trabalhos de Residência
Presidente: Dr. Rubens B. Azevedo
Moderador: Dr. Daniel Corrêa Lima
12 minutos de discussão
10h30min às 12h Mesa de Lábio
Presidente: Dra Daniela Bueno
Moderador: Dr. Marcelo Vaccari
18 minutos de discussão
12h às 14h – Almoço
14h às 14h30min - Conferência: Dra Beatriz Câmara Mattos
Presidente: Dr. Stênio Medeiros Queiroz
14h30min às 15h30min - Mesa de Sequelas
Presidente: Dra Luzia Poliana dos Anjos
Moderador: Lídia Cervantes
12 minutos de discussão
15h30min às 16h – Conferência: Dra. Anelise Sabbag
Presidente : Dra. Marcela Magalhães
16 às 16h30min – Intervalo
16h30min às 17h30min – Mesa de Rinoplastia
Presidente: Dra. Fabiane Priscilla Tiago Santos
Moderador: Dr. Renato Lage
12 minutos de discussão
17h30min às 18h30min – Conferência: Dr. Eric Hubli
Presidente: Dra. Lucy Dalva Lopes Mauro
18h – Homenagens
Sábado dia 23/10/2010
8h30min às 9h30min – Mesa de Pesquisa - Presidente: Dra. Beatriz Camara Mattos
Moderador: Dr. Cássio Eduardo Raposo do Amaral
12 minutos de discussão
9h30min às 10h – Conferência: Dra. Vera Raposo do Amaral
Presidente: Dra. Camila Baqueiro
10hs às 10h30min – Intervalo
10h30min às 11h – Conferência: Dra. Vera Cardim
Presidente: Dra. Ana Rita Peixoto
11h às 12h – Mesa de Trauma - Presidente: Dra. Eliane Barbosa
Moderador: Dr. Celso Buzzo
12 minutos de discussão
12h às 14h – Almoço
14h às 15h40min – Mesa de Palato - Presidente: Dra. Camila Ozores
Moderador: Dra. Dulce Martins
28 minutos de discussão
15h40min às 16h – Conferência: Dr. Luiz Queiroz
Presidente: Dra. Vera Raposo do Amaral
16hs às 16h30min – Intervalo
16h30min às 17h– Conferência: Dr. Ricardo Bennun
Presidente: Dra. Ana Beatriz A. de Almeida
17h às 18h10min – Mesa de Tratamento Precoce -
Presidente: Dra. Maria Rita Passos Bueno
Moderador: Dra. Lúcia Reis
10 minutos de discussão - Encerramento
Este espaço foi criado para informar sobre as atividades da Associação Brasileira de Fissuras Palatinas, bem como informações genéricas sobre as anomalias craniofaciais, com especial destaque para as fissuras labiopalatinas. Sede - Rua Presbítero Porfírio Gomes da Silva, 1757 - Bloco B/101 - Capim Macio - Natal/RN - 59.082-420 - Presidência: 84 -3219.6007 - 98808.3545 (OI-Whatsapp) - abfprn2@gmail.com - rubensbazevedo@gmail.com
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
1º SIMPÓSIO - SALVADOR/BA - PROGRAMAÇÃO CIENTÍFICA
1º SIMPÓSIO NORTE-NORDESTE DE FISSURASPALATINAS E
DEFORMIDADES CRÂNIO-MAXILO-FACIAIS
Local: Hotel Vila Galé - Salvador/BA
6ª Feira - dia 22/10/2010
8:30hs – Abertura.
9hs – CONFERÊNCIA: Dra Lucy Dalva Lopes Mauro - Fissuras Lábio Palatinas: Evolução, projetos, descentralização de centros, serviços especializados.
9:30hs às 10:30hs - MESA DE TRABALHOS DE RESIDÊNCIA
Gustavo Xavier – Caso raro de tumor facial , Hospital São Rafael, Salvador-BA
Lícia Eid – Caracterização e análise de fatores de risco e da assistência de enfermagem a portadores de fissuras lábio palatinas no Hospital SOBRAPAR, Campinas-SP
Andréa Carvalho – Caso clínico de tutor nasal no Hospital Martagão Gesteira, Salvador-BA / Residente do HC
- 12 minutos de discussão.
10:30hs às 12hs – MESA DE LÁBIO
Cássio Eduardo Raposo do Amaral – Assimetria nasal em pacientes submetidos a queiloplastia primária
Anália Langsan - Remodelacion dinâmica prequirurgica
Celso Buzzo – Tratamento cirúrgico da fissura labial unilateral e bilateral pela técnica de Goteborg – segmento de 7 anos
Camila Baqueiro – Atuação psicológica no serviço de atendimento a fissurados
Geza Laszlo Urmenyi – Tratamento cirúrgico da fissura labial bilateral
- 30 minutos de discussão
12 às 14hs – Almoço.
14hs – CONFERÊNCIA
Anelise Sabbag - Atuação da Fonoaudiologia em pacientes fissurados com disfunção velofaríngea.
14:30hs às 15:30hs - MESA DE TRAUMA:
Vera Cardim – Fraturas nasoetmoideorbitárias
Daniel Correia – Fraturas da maxila
Ana Rita Peixoto – Fraturas da mandíbula
Adriano – Fraturas do terço superior da face
- 12 minutos de discussão.
15:30hs – CONFERÊNCIA:
Dra Vera Cardim - Aspectos embriológicos da face e das deformidades congênitas
16 às 16:30hs – INTERVALO.
16:30hs às 17:30hs – MESA DE RINOPLASTIA:
Rui Pereira – Rinoplastia em pacientes portadores de fissura lábio palatina
Geza Laszlo Urmenyi – Sequela de rinoplastia no fissurado
Dulce Martins – Rinoplastia no paciente com fissura lábio palatina
Marcela Magalhães – Atuação da Fonoaudiologia nas deformidades faciais, a partir do atendimento do Centro de Fissurados da Bahia(CEFIBA)
- 12 minutos de discussão.
17:30hs – CONFERÊNCIA:
Dr. Eric Hubli (USA) - Lessons learned and modifications of the Millard Rotation Advancement Flap for unilateral cleft lip repair.
18hs – Homenagens.
Sábado - Dia 23/10/2010
8:30hs às 9:30hs – MESA DE PESQUISA:
Maria Rita Passos Bueno – Fatores genéticos e Fissura Lábio Palatina: Atuam igualmente em todas as regiões do Brasil?
Daniela Bueno – Células tronco e Fissura Lábio Palatina
Marcelo Vaccari – O uso das células tronco no tratamento das Fissuras Lábio Palatinas
Ana Beatriz A. Almeida – Atividade osteogênica do biomaterial.
12 minutos de discussão.
9:30hs – CONFERÊNCIA:
Dra. Vera Raposo do Amaral - Acompanhamento psicológico de pacientes com deformidades craniofaciais congênitas e suas famílias
10 às 10:30hs – INTERVALO.
10:30hs – CONFERÊNCIA:
Dra. Beatriz Câmara Mattos - A prótese Buco-Maxilo-Facial na equipe multidisciplinar.
11 às 12hs – MESA DE SEQUELAS:
Lúcia Reis – Tratamento cirúrgico de fístula bucosinusal nas Fissuras Lábio Palatinas
Fabiane Priscila Tiago Santos – Técnica facilitadora da confecção e adaptação do bulbo faríngeo
Anelise Sabbag – Repalatoplastia com bons resultados de fala
Lúcia Reis – Tratamento com enxerto em fissurados -
12 minutos de discussão
12 às 14hs – Almoço
14 às 15:40hs – MESA DE PALATO:
Paulo Plessim – Palatoplastias: avaliação de resultados e complicações cirúrgicas
Renato Lage – Estudo comparativo entre técnica de Veau e Furlow na correção cirúrgica de fenda palatina
Ricardo Bennun – Reconstrucion primaria del paladar
Anelise Sabbag – Resultados de palatoplastia em pacientes com idade avançada – aspectos fonoaudiológicos
Stenio Medeiros Queiroz – Programa de atendimento à criança portadora de Fissura Lábio Palatina no Hospital de Pediatria (HOSPED) da UFRN
Eric Hubli – My approach to the two flap palatoplasty
28 minutos de discussão.
15:40hs – CONFERÊNCIA:
Luiz Queiroz - Aspectos psico-emocionais da deformidade facial
16 às 16:30hs – INTERVALO
16:30hs – CONFERÊNCIA:
Dr. Ricardo Bennun - Reconstrucion primaria de la fisura lábio palatina bilateral.
17 às 18:10hs – MESA DE TRATAMENTO PRECOCE:
Dulce Martins – Recém nascido com fissura lábio palatina: abordagem cirúrgica funcional
Eliane Barbosa – Tratamento precoce de pacientes portadores de Fissura Lábio Palatina
Evelin Gondin – Intervenção fonoaudiológica em pacientes portadores de Fissura Lábio Palatina
Ana Rita Peixoto – Tratamento cirúrgico do fissurado, segundo protocolo de tratamento precoce do Hospital Martagão Gesteira (CEFIBA)
Lídia Cervantes – “Follow up” de 15 anos do tratamento precoce das Fissuras Lábio Palatinas unilaterais e bilaterais
10 minutos de discussão.
18:10hs - Encerramento.
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
ROTARY CLUB PROMOVE INTERCÂMBIO PARA ESTUDOS

Caros colegas, Bom Dia!
Segue, abaixo, o e-mail recebido do Governador do Distrito do Rotary Club de São Paulo Aeroporto, ao qual presido, pertence.
Gostaria que os colegas observassem e divulgassem em seus blogs e outras redes sociais a oportunidade de Intercâmbio de Grupo de Estudos no Exterior.
Atenciosamente,
Dra. Lucy Dalva Lopes Mauro
IGE - Intercâmbio de Grupo de Estudos - Alemanha
Caro (a) Presidente Inovador (a)O Intercâmbio de Grupo de Estudos para jovens profissionais, levará 04 educadores para, durante 30 dias, vivenciar, na Alemanha contatos com empresas, escolas e muito mais.
Aproveite essa oportunidade para indicar um educador, com conhecimento na língua inglesa ou alemã para se desenvolver.
O programa é subsidiado pela Fundação Rotária.
Veja mais informações e a ficha de inscrição em nosso site http://www.rotary4420.org.br/.
Divulgue em sua comunidade, escolas, universidades e no seu clube.
Você fará boa Imagem Pública, conhecerá novos prováveis associados e proporcionará a um profissional um desenvolvimento de muita qualidade.
As inscrições estão abertas até o dia 16/11/2010.
Segue, abaixo, o e-mail recebido do Governador do Distrito do Rotary Club de São Paulo Aeroporto, ao qual presido, pertence.
Gostaria que os colegas observassem e divulgassem em seus blogs e outras redes sociais a oportunidade de Intercâmbio de Grupo de Estudos no Exterior.
Atenciosamente,
Dra. Lucy Dalva Lopes Mauro
IGE - Intercâmbio de Grupo de Estudos - Alemanha
Caro (a) Presidente Inovador (a)O Intercâmbio de Grupo de Estudos para jovens profissionais, levará 04 educadores para, durante 30 dias, vivenciar, na Alemanha contatos com empresas, escolas e muito mais.
Aproveite essa oportunidade para indicar um educador, com conhecimento na língua inglesa ou alemã para se desenvolver.
O programa é subsidiado pela Fundação Rotária.
Veja mais informações e a ficha de inscrição em nosso site http://www.rotary4420.org.br/.
Divulgue em sua comunidade, escolas, universidades e no seu clube.
Você fará boa Imagem Pública, conhecerá novos prováveis associados e proporcionará a um profissional um desenvolvimento de muita qualidade.
As inscrições estão abertas até o dia 16/11/2010.
domingo, 10 de outubro de 2010
ECOS DA 19ª JORNADA MINEIRA DE FISSURAS LABIOPALATINAS
Todas as apresentações (vide postagem anterior) levaram a Caxambu informações preciosas, com discussão de casos clínicos e amostragem de novas técnicas.
Houve a brilhante participação dos seguintes profissionais, sempre recebidos e coordenados pela Presidente Nacional da ABFP,
PROFª DRª LUCY DALVA LOPES MAURO:
DR. ARGEU DE LORENZO;
DRª MARIA FERNANDA MAURO;
DRª LÍDIA PROTZENKO CERVANTE;
DRª ALICE HELENO BASSO (Na foto, com Dra. Lucy);
DRª ZAÍRA AMARAL ALVES DE ABREU;
PROF. DR. CLÓVIS MARZOLA;
DR. RUBENS BARROS DE AZEVEDO - PRESIDENTE DA ABFP-RN;
DR. STÊNIO MEDEIROS QUEIROZ;
DRª FABIANE PRISCILA TIAGO SANTOS;
DR. ALFEU VITELLI MARINHO FILHO;
DR. AGER DE LORENZO;
DRª FLÁVIA MÁRCIA PAVAN ALVARES.
Preparemo-nos para a 20ª edição da já vitoriosa Jornada que se realiza, ininterruptamente a cada ano, em Caxambu, em plena primavera, sempre inserida no COSMO - Congresso Sul Mineiro de Odontologia.
JÁ ESTÃO TODOS CONVIDADOS!!!
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
JORNADA DE FISSURAS EM MINAS GERAIS

XIX JORNADA MINEIRA DE FISSURAS LABIOPALATINAS
CAXAMBU/MG - COMPONENTE DO 43º COSMO -
CAXAMBU/MG - COMPONENTE DO 43º COSMO -
CONGRESSO SUL MINEIRO DE ODONTOLOGIA - 20 a 25.09.2010.
XIX JORNADA MINEIRA DE FISSURAS LABIOPALATINAS
PROGRAMAÇÃO
5ª Feira – 23/09/10
14h30min – Abertura - Dra. Lucy Dalva Lopes Mauro.
14h40min – Dr. Ageu de Lorenzo - Novo conceito em brackets.
15h10min – Dra. Maria Fernanda Mauro - PAM Cl III
PROGRAMAÇÃO
5ª Feira – 23/09/10
14h30min – Abertura - Dra. Lucy Dalva Lopes Mauro.
14h40min – Dr. Ageu de Lorenzo - Novo conceito em brackets.
15h10min – Dra. Maria Fernanda Mauro - PAM Cl III
– Guia Póstero Anterior Marinho.
15h40min – Dra. Lidia Protzenko Cervante - Estudo comparativo dos resultados do atendimento ortopédico maxilar neonatal, pré e pós cirúrgico com atendimento tardio – resultados a longo prazo.
16h10min – INTERVALO
16h20min – Dra. Alice Heleno Basso - A importância do atendimento hospitalar e domiciliar – equipamento itinerante e suas aplicações.
16h50min – Dra. Dulce Maria F. S. Martins
15h40min – Dra. Lidia Protzenko Cervante - Estudo comparativo dos resultados do atendimento ortopédico maxilar neonatal, pré e pós cirúrgico com atendimento tardio – resultados a longo prazo.
16h10min – INTERVALO
16h20min – Dra. Alice Heleno Basso - A importância do atendimento hospitalar e domiciliar – equipamento itinerante e suas aplicações.
16h50min – Dra. Dulce Maria F. S. Martins
Mesa de Cirurgia plástica Reparadora.
17h20min – Dra. Zaíra Amaral Alves de Abreu
17h20min – Dra. Zaíra Amaral Alves de Abreu
Estágio atual da indicação de protetores bucais para atletas de vários esportes.
17h50min – Dr. Clóvis Marzola - Transplantes dentais.
6ª Feira – 24/09/10
8h30min – Dr. Rubens Barros de Azevedo - Atuação da ABFP-RN.
9h00 – Dr. Stênio Medeiros Queiróz - Programa de Atendimento ao Portador de FLP na UFRN e II Curso de Extensão ao Portador de Anomalias Craniofaciais (FLP) no HOSPED/UFRN.
9h30min – Dra. Fabiane Priscila Tiago Santos - Aparatologia específica para auxiliar à fonoterapia e o otorrino na fissura labiopalatina.
17h50min – Dr. Clóvis Marzola - Transplantes dentais.
6ª Feira – 24/09/10
8h30min – Dr. Rubens Barros de Azevedo - Atuação da ABFP-RN.
9h00 – Dr. Stênio Medeiros Queiróz - Programa de Atendimento ao Portador de FLP na UFRN e II Curso de Extensão ao Portador de Anomalias Craniofaciais (FLP) no HOSPED/UFRN.
9h30min – Dra. Fabiane Priscila Tiago Santos - Aparatologia específica para auxiliar à fonoterapia e o otorrino na fissura labiopalatina.
10h00 – INTERVALO
10h20min – Dr. Clóvis Marzola - Trauma Dental.
10h50min – Dra. Lidia Protzenko Cervante
10h20min – Dr. Clóvis Marzola - Trauma Dental.
10h50min – Dra. Lidia Protzenko Cervante
Ortopedia maxilar neonatal e tutores nasais.
11h20min - Dr. Alfeu Vitelli Marinho Filho
11h20min - Dr. Alfeu Vitelli Marinho Filho
Avaliação da curva tuberal através de radiografias periapicais.
11h50min - Dr. Ager de Lorenzo
11h50min - Dr. Ager de Lorenzo
Um novo conceito em reabilitação oral interligado ao articulador ADL
12h20min – Dr. Renato O. F. Geromel - DTM
12h20min – Dr. Renato O. F. Geromel - DTM
O Bucomaxilofacial na equipe multidisciplinar.
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
INSCRIÇÕES NO SIMPÓSIO DE SALVADOR
As informações gerais sobre o 1º Simpósio Norte Nordeste de Fissuras Labiopalatinas e Deformidades Craniomaxilofaciais, que será realizado dias 22 e 23 de outubro próximo, poderão ser colhidas no blog http://www.abfpba.blogspot.com/Será um evento de alto nível, com Professores internacionais: ERIC HUBLI (EUA) e RICARDO BENNUN (Argentina), além de participantes nacionais igualmente ilustres.
O investimento nas inscrições está assim discriminado:
Médicos - R$ 150,00;
Não Médicos - R$ 100,00;
Estudantes - R$ 80,00.
DEPÓSITO BANCÁRIO:
CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - Agência: 1021 - Operação: 003
Conta corrente: 902-6
Confirmar o depósito pelo e-mail: b.fernandez@ig.com.br
O Hotel Vila Galé oferece preços especiais bastante atratativos, a conferir:
IMPERDÍVEL!!!
domingo, 5 de setembro de 2010
AMAMENTAÇÃO EM BEBÊS FISSURADOS
Amamentação em Bebês Portadores de Fissuras Congênitas Labiopalalatais
Fonte: www.odontologiainfantil.8m.com (Ver fotos)
A. M. F. ARANHA*, C. DUQUE*, C. F. C. CARRARA**, B. COSTA***, M. R. GOMIDE***.
* Alunas do Curso de Especialização em Odontopediatria do Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais - USP- Bauru.
** Mestre em Odontopediatria pela Faculdade de Odontologia - USP- Bauru. Odontopediatra do Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais - USP- Bauru.
*** Mestre e Doutora em Odontopediatria pela Faculdade de Odontologia - USP- Bauru. Odontopediatra do Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais - USP- Bauru.
SINOPSE
Os autores evidenciam os tipos de fissuras lábio-palatais, as principais dificuldades alimentares e técnicas utilizadas para a amamentação de bebês portadores dessas fissuras, com o objetivo de informar a todos os profissionais da saúde e pessoas interessadas em promover os benefícios do aleitamento materno. UNITERMOS: amamentação, fissura lábio-palatal
INTRODUÇÃO
As fissuras lábio-palatais são malformações anatômicas que ocorrem, geralmente, em torno da quarta e décima segunda semana de vida intra-uterina, respectivamente, por falta ou deficiência de fusão dos processos maxilares e nasal médio e/ou dos processos palatinos, devido a interação de fatores genéticos e ambientais. Sua prevalência é de um caso a cada 650 nascimentos 6.
As fissuras lábio-palatais são passíveis de correção e não devem impedir o indivíduo de levar uma vida normal. Contudo, desde o nascimento, as crianças portadoras de fissuras encontram algumas dificuldades para se alimentar como: ingestão insuficiente, sucção deficitária, escape nasal, excessiva deglutição de ar, vômitos abundantes, engasgamentos e asfixias 1,8.
Entretanto, o grau de dificuldade está diretamente relacionado ao tipo de fissura, sendo que alguns bebês podem levar de dois a três meses para se tornarem eficazes na sucção 1.
CONSIDERAÇÕES GERAIS
Importância da amamentação natural
A alimentação durante o primeiro ano de vida é fundamental para o crescimento e desenvolvimento sadio do bebê. O aleitamento materno é considerado o mais natural e desejável método de amamentação, pois proporciona diversos benefícios para a mãe e, sobretudo para a criança2.
Fonte: www.odontologiainfantil.8m.com (Ver fotos)
A. M. F. ARANHA*, C. DUQUE*, C. F. C. CARRARA**, B. COSTA***, M. R. GOMIDE***.
* Alunas do Curso de Especialização em Odontopediatria do Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais - USP- Bauru.
** Mestre em Odontopediatria pela Faculdade de Odontologia - USP- Bauru. Odontopediatra do Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais - USP- Bauru.
*** Mestre e Doutora em Odontopediatria pela Faculdade de Odontologia - USP- Bauru. Odontopediatra do Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais - USP- Bauru.
SINOPSE
Os autores evidenciam os tipos de fissuras lábio-palatais, as principais dificuldades alimentares e técnicas utilizadas para a amamentação de bebês portadores dessas fissuras, com o objetivo de informar a todos os profissionais da saúde e pessoas interessadas em promover os benefícios do aleitamento materno. UNITERMOS: amamentação, fissura lábio-palatal
INTRODUÇÃO
As fissuras lábio-palatais são malformações anatômicas que ocorrem, geralmente, em torno da quarta e décima segunda semana de vida intra-uterina, respectivamente, por falta ou deficiência de fusão dos processos maxilares e nasal médio e/ou dos processos palatinos, devido a interação de fatores genéticos e ambientais. Sua prevalência é de um caso a cada 650 nascimentos 6.
As fissuras lábio-palatais são passíveis de correção e não devem impedir o indivíduo de levar uma vida normal. Contudo, desde o nascimento, as crianças portadoras de fissuras encontram algumas dificuldades para se alimentar como: ingestão insuficiente, sucção deficitária, escape nasal, excessiva deglutição de ar, vômitos abundantes, engasgamentos e asfixias 1,8.
Entretanto, o grau de dificuldade está diretamente relacionado ao tipo de fissura, sendo que alguns bebês podem levar de dois a três meses para se tornarem eficazes na sucção 1.
CONSIDERAÇÕES GERAIS
Importância da amamentação natural
A alimentação durante o primeiro ano de vida é fundamental para o crescimento e desenvolvimento sadio do bebê. O aleitamento materno é considerado o mais natural e desejável método de amamentação, pois proporciona diversos benefícios para a mãe e, sobretudo para a criança2.
A amamentação proporciona à mãe sensação de prazer, solidificando o afeto pela criança iniciado durante o parto 2,3, e que pode ser afetado pela presença da malformação facial. Além disso, estimula o retorno do tamanho e posicionamento normais do útero, após o parto 3.
Para o bebê, a amamentação materna fornece alimentação adequada às suas necessidades nutricionais, auxilia no combate a infecções do ouvido médio e respiratórias 3.
É importante no desenvolvimento psicológico da criança, trazendo satisfação, prazer e segurança 3.
O ato da sucção permite o correto posicionamento da mandíbula para uma oclusão dentária normal e conseqüente mastigação correta, além de um equilíbrio neuromuscular dos tecidos que envolvem o aparelho mastigatório5.
Tipos de fissura X Dificuldades na amamentação
Tipos de fissura X Dificuldades na amamentação
A classificação para fissuras lábio-palatais utilizada no Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais foi estabelecida por Spina et al7, em 1972. Abrange os aspectos morfológico e embriológico da malformação, tendo como referência o forame incisivo.
São divididas em três grupos:
· Fissura pré-forame incisivo, quando atingem apenas o lábio, com ou sem envolvimento do rebordo alveolar e asa do nariz.
· Fissura transforame incisivo, quando afetam o lábio, o rebordo alveolar e o palato.
· Fissura pós-forame incisivo, quando comprometem apenas o palato.
. Fissura pré-forame incisivo (Fissura de lábio)
De modo geral, a criança, com esse tipo de fissura, não apresenta dificuldade durante o aleitamento, pois a fenda consegue se adaptar ao seio.
· Fissura pré-forame incisivo, quando atingem apenas o lábio, com ou sem envolvimento do rebordo alveolar e asa do nariz.
· Fissura transforame incisivo, quando afetam o lábio, o rebordo alveolar e o palato.
· Fissura pós-forame incisivo, quando comprometem apenas o palato.
. Fissura pré-forame incisivo (Fissura de lábio)
De modo geral, a criança, com esse tipo de fissura, não apresenta dificuldade durante o aleitamento, pois a fenda consegue se adaptar ao seio.
A amamentação deve ser em horário livre, podendo variar de 2 a 4 horas, inclusive de madrugada. Se o recém nascido estiver com dificuldade para amamentar ou se tiver uma sucção débil, deverá receber o leite materno ordenhado através de uma colher, depois de cada tentativa de amamentação ao seio.
Se o leite ordenhado for ainda insuficiente, passa-se a complementar com leite de vaca ou industrializado 4.
Fissura transforame (fissura de lábio e palato) e pós-forame incisivo (fissura de palato)
O sucesso do aleitamento natural das crianças portadoras desse tipo de fissura depende da capacidade destas criarem o vácuo necessário para segurar o mamilo, através do fechamento da fenda com sua própria língua 4,8.
O sucesso do aleitamento natural das crianças portadoras desse tipo de fissura depende da capacidade destas criarem o vácuo necessário para segurar o mamilo, através do fechamento da fenda com sua própria língua 4,8.
Essa capacidade está seriamente comprometida nessas crianças, sendo que as principais dificuldades são a excessiva deglutição de ar e o escape nasal de alimento.
É importante salientar que, em decorrência desse fato, as crianças se cansam mais facilmente, tornando o tempo de amamentação maior.
Nesse caso, a paciência e a perseverança materna são de grande relevância durante a alimentação4.
Quando a criança não consegue succionar o seio materno, geralmente, opta-se pelo aleitamento artificial, utilizando mamadeiras ortodônticas, pois estas promovem maior vedamento da fissura 8.
Técnicas de aleitamento para crianças portadoras de fissuras lábio-palatais
Aleitamento natural
Técnicas de aleitamento para crianças portadoras de fissuras lábio-palatais
Aleitamento natural
Primeiramente, a criança deve ser mantida em posição vertical, ou semi-vertical, para melhor deglutição e para evitar o refluxo de leite pelas narinas.
Em seguida, a mãe introduz o mamilo e a aréola do seio na boca da criança 4,8. É importante evitar o contato do seio com o nariz da criança, pois poderá dificultar ou impedir a respiração 4.
A mãe deverá oferecer os seios alternadamente, começando sempre pelo que foi dado na última mamada. Se o seio estiver muito cheio de leite, a criança poderá ter dificuldades em prender o mamilo.
Nestes casos, orienta-se a ordenha para retirar um pouco de leite, antes de se oferecer o seio.
Se for necessário interromper a mamada, coloca-se o dedo mínimo no canto da boca do bebê e pressiona-se suavemente.
O tempo das mamadas deve ser livre, sendo maior que em crianças não fissuradas 4.
Aleitamento Artificial
Com a criança sentada ao colo, a mãe deve posicionar a mamadeira a 45 graus na boca da criança, mantendo o bico sempre cheio de leite, para evitar a ingestão excessiva de ar.
Para que haja estímulo de sucção, o orifício do bico da mamadeira deve ter 1 mm de diâmetro e não deve ser aumentado.
Geralmente, as mamadas são prolongadas, podendo haver paradas para descanso, devido ao esforço realizado durante a sucção.
É importante que a mãe estimule a criança a succionar, utilizando tanto o lado normal quanto o fissurado com a finalidade de estimular o desenvolvimento da musculatura facial 4.
Cuidados durante o aleitamento natural/artificial
- Manter a criança na posição mais vertical possível no colo da mãe 4,8.
Isso porque, a tuba auditiva ainda é bastante horizontalizada, e em crianças com fissura de palato, essa característica anatômica predispõe a criança à penetração de leite na tuba auditiva, dando origem a otites recorrentes.
- Antes e depois de alimentar o bebê portador de fissura, a mãe deve realizar a higiene oro-nasal com cotonetes embebidos em água fervida ou filtrada, devido ao grande acúmulo de secreção 4,8.
- Antes e depois de alimentar o bebê portador de fissura, a mãe deve realizar a higiene oro-nasal com cotonetes embebidos em água fervida ou filtrada, devido ao grande acúmulo de secreção 4,8.
É importante também conscientizar a mãe sobre a importância da higienização bucal do bebê, após cada mamada.
- É importante, depois da amamentação, colocar a criança em posição vertical, para eructar, e em seguida, no berço, em decúbito lateral, com a finalidade de prevenir riscos de aspiração, em caso de regurgitamento, ou asfixia, se houver refluxo pelas narinas de parte do leite ingerido 4,8.
CONCLUSÃO
- É importante, depois da amamentação, colocar a criança em posição vertical, para eructar, e em seguida, no berço, em decúbito lateral, com a finalidade de prevenir riscos de aspiração, em caso de regurgitamento, ou asfixia, se houver refluxo pelas narinas de parte do leite ingerido 4,8.
CONCLUSÃO
Aos profissionais de saúde e pessoas interessadas em promover os benefícios do aleitamento materno, cabe adquirir conhecimentos sobre o assunto e orientar os pais destas crianças da possibilidade da amamentação materna, principalmente em pacientes portadores de fissura pré-forame incisivo.
Entretanto, para os casos com envolvimento de palato, é necessário incentivar a mãe a oferecer o seio ao bebê.
O ideal é a amamentação materna exclusiva até os 06 (seis) meses de idade, contudo, para bebês com sucção deficiente, devem ser administrados simultaneamente a mamadeira com o leite (ordenhado, pasteurizado ou industrializado) e outros alimentos, gradativamente.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
1. ALMEIDA, M. L. G., PASSEROTTI, A. L. A. C. Amamentação materna em fissurados: estudo retrospectivo. Pediatr. Mod., v. 21, n.2, p. 85-90, Mar., 1986.
2. CORRÊA, M. S. N. P. Odontopediatria na primeira infância. 1a. ed., São Paulo, ed. Santos,1999.
3. FALTIN JR., K. et al. A importância da amamentação natural no desenvolvimento da face. Rev. Inst. Odont. Paulista, v. 1, n.1, p.13-5, Jan/ Jun, 1983.
4. MARQUES, M.I.V.M., MARTINELLI, A. J. A alimentação das crianças portadoras de fissuras congênitas lábio-palatais nos dois primeiros anos de vida. J. Pediatr., v. 68, n. 3/4, 1992.
5. MOYERS, R.E. - Handbook of Orthodontics. 3rd. ed., Chicago, Year Book Medical Pub, 1974.
6. NAGEM FILHO, H., MORAES, N., DA ROCHA, R.G.F. Contribuição para o estudo da prevalência das más formações congênitas lábio-palatais na população escolar de Bauru. Rev. Fac. Odont. Univ. São Paulo, v.6, n.2, p.111-128, Abr/Jul, 1968.
7. SPINA, V. et al. Classificação das fissuras lábio-palatinas. Sugestão de modificação. Rev. Hosp. Clin. Fac. Med. S. Paulo, v.27, p.5-6, 1972.
8.THOMÉ, S. Estudo da Prática do aleitamento materno em crianças portadoras de malformação congênita de lábio e/ou palato. Ribeirão Preto, 1990. 245p. Dissertação (Mestrado) - Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, USP
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
1. ALMEIDA, M. L. G., PASSEROTTI, A. L. A. C. Amamentação materna em fissurados: estudo retrospectivo. Pediatr. Mod., v. 21, n.2, p. 85-90, Mar., 1986.
2. CORRÊA, M. S. N. P. Odontopediatria na primeira infância. 1a. ed., São Paulo, ed. Santos,1999.
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4. MARQUES, M.I.V.M., MARTINELLI, A. J. A alimentação das crianças portadoras de fissuras congênitas lábio-palatais nos dois primeiros anos de vida. J. Pediatr., v. 68, n. 3/4, 1992.
5. MOYERS, R.E. - Handbook of Orthodontics. 3rd. ed., Chicago, Year Book Medical Pub, 1974.
6. NAGEM FILHO, H., MORAES, N., DA ROCHA, R.G.F. Contribuição para o estudo da prevalência das más formações congênitas lábio-palatais na população escolar de Bauru. Rev. Fac. Odont. Univ. São Paulo, v.6, n.2, p.111-128, Abr/Jul, 1968.
7. SPINA, V. et al. Classificação das fissuras lábio-palatinas. Sugestão de modificação. Rev. Hosp. Clin. Fac. Med. S. Paulo, v.27, p.5-6, 1972.
8.THOMÉ, S. Estudo da Prática do aleitamento materno em crianças portadoras de malformação congênita de lábio e/ou palato. Ribeirão Preto, 1990. 245p. Dissertação (Mestrado) - Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, USP
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